Na realidade, nem como assim tantos. Mas na pressão de arranjar um nome (sim, não houve tempo para pensar que ia ter um blogue) foi este que me surgiu. Estúpido? 'Tou nem aí!
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terça-feira, 15 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Reflexões
Acusam-me de ser a rapariga com a «sorte» de conhecer gente em sítios improváveis. Ele é no multibanco, ele é no lixo... a minha pergunta é:
Para quando um gajo numa livraria? Gostava disso.
Para quando um gajo numa livraria? Gostava disso.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Uma viagem, muitos livros
(Sim, sim, influência do Luke)
(Culpa do seu precedente, Seta)
(Pelo preço fantástico e um título sugestivo)
(Culpa do seu precedente, Seta)
(Pelo preço fantástico e um título sugestivo)
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Recordações
«Na plenitude das suas relações, Florentino Ariza tinha-se perguntado qual dos dois estados seria o amor, o da cama turbulenta ou das tardes tranquilas dos domingos e Sara Noriega sossegou-o com o argumento simples de que tudo o que fizessem nus era amor»
Gabriel Garcia Marquez, O Amor nos Tempos de Cólera
Recordo esta frase e reformulo a minha ideia: há livros que merecem a pena ser relidos. Talvez o vá buscar, assim que acabar o Ilha Teresa.
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quinta-feira, 5 de maio de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Comoção
"Sabes o que é não sentir o coração e sentir o coração, tud'uma batida só, sangue leve no peito e lágrimas limpas a escorrer? Faz conta foste na pesca, rede e tudo, e em vez do peixe grande meteste a rede na água e te veio uma nuvem? Se é impossível? Eu sei lá, avilo, eu sei lá... Desde candengue que ando então a ver as nuvens dançar nas peles do mar, e me pergunto: assim calminho, liso tipo carapinha com desfrise, o mar não tem as nuvens dele também? De onde eu venho é muito longe, por isso, juro mesmo, nasci de novo. Vou te confessar: espanto é só aquilo que ainda nunca tínhamos vivido com a nossa pele!"
Bela forma de começar o dia... comovida com o primeiro parágrafo de "Quantas madrugadas tem a noite", de Ondjaki. Um euro com a Visão de hoje. Toca a comprar!
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domingo, 7 de novembro de 2010
'Tás a ler?
Admito. Fui atrás dele por ter sido premiado com o Nobel da Literatura. E ainda bem. Porque me deixou a sonhar - literalmente - com Ricardito. E a pensar que me identifico tanto com o menino bom e a menina má.
Posto isto, já tenho comigo A Tia Julia e o Escrevedor (aliás, o primeiro romance que me chamou à atenção há uns tempos atrás) e sei, já assim de antemão, que me vou deliciar nos próximos tempos. E como eu gosto disso.
domingo, 2 de maio de 2010
Mr. Zimler
A Sétima Porta veio-me dedicada. O primeiro livro autografado que tenho. Tive vergonha mas acabei por sucumbir ao olhar gentil de Zimler, um autor que se desculpa pelo que não tem culpa, que tive de ensinar a escrever... o meu nome difícil, está claro, e que, no fundo, me despertou curiosidade ainda antes de me decidir a levá-lo, mais uma vez, comigo. Anagramas de Varsóvia foi um dos meus livros preferidos. A Sétima Porta, dir-vos-ei daqui a uns tempos.
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Leituras
Começou por uma atracção na livraria - começa quase sempre assim. Gostei das cores, da capa, do padrão. Há muito que me atraía o nome do autor. Mas não o trouxe comigo em nenhuma das vezes, foi um namoro longo, ponderado. E de repente, mandei-o vir ter comigo.
Fico contente por não me ter enganado. Dou-me sempre por feliz quando um livro me faz entender um sentimento. Ele falou-me do fim da vida, de amizade, de simplicidade. Contou-me a velhice, mostrou-me que se pode ultrapassar a perda do único amor, mesmo aquele que foi nosso por cinquenta anos. E, ao falar-me disso, ao contar-me sobre isso, valter hugo mãe ensinou-me sobre ternura. Sem maiúsculas, fazendo-se valer apenas de pontos finais. Um livro sem sobressaltos. Que não se lê, saboreia-se.
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
Sai um piroso para o dia da mãe
É agora! Vou aproveitar as promoções do dia da Mãe para comprar um livrinho bem pirosinho cheio de amores e desamores. O que eu me pelo por um destes, de vez em quando! Mas antes, valter hugo mãe..., algures a dormir no Centro Operacional de Perafita. Próximo passo, «Expedido». Para quando o: «Entregue ao destinatário»?
(convite - e sai também uma lua-de-mel em Paris? Das de verdade...)
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
Posso dar as medidas?
valter hugo mãe é uma promessa na minha vida. Daquelas «Um dia». O dia, não foi ontem. Será o dia em que a máquina de fazer espanhóis aterrar nas minhas mãos.
Quis fazer-me moderna (ou aproveitar um Happy voucher) e este chegará por correio.
Por enquanto, estou a odiar a sensação de espera desta experiência de encomendar livros online... acho que me faz falta a alegria de trazê-los num saco. Bertrand, de preferência (chamem-me nomes por pagar mais caro, mas sou fiel à loja, que fazer?).
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sábado, 27 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
Por fim, a opinião!
2666 foi o único livro que fiz careta de cada vez que o enfiei na mala. O motivo foi, obviamente, as suas 1030 páginas (quem diria que um chileno conseguiria, depois de morto, acentuar a minha deficiência na cervical?). Além das rugas, acumulei também alguns olhares esbugalhados de cada vez que tirava o livro da mala e me punha a ler 2666 num local público. Comentários como «está doida» ou «mais valia ler a bíblia» foram recorrentes. E certeiros, estou em crer.
Foram dois meses e cinco dias, após muitos planos de leitura. Sim. É preciso disciplina para poder dar seguimento aos livros que fui acumulando e que estou desejosa de começar. Quantas páginas por dia tenho de ler para acabar no dia x? Ridículo, eu sei, mas quis Bolaño que, aquela que dizem ser a sua obra prima, fosse, para mim, este desespero.
Pode parecer uma incoerência mas, ignorando a quantidade e focando na qualidade, eu até classificaria o livro de leitura fácil. Os obstáculos surgem quando há páginas inteirinhas de puro aborrecimento que, no meu entendimento, não acrescentam nada de novo à história, personagens que se perdem e, sobretudo, um final incompleto. Neste último ponto, não por culpa de Bolaño, saliento.
Tivesse eu algum poder editorial e respeitaria a decisão do autor: cinco livros separados. Um primeiro, algo repetitivo, mas estimulante para quem acha piada às brincadeiras entre dois homens e duas mulheres. Um segundo agradável. Um terceiro e quarto livros para esquecer e, por fim, um último, perto da genialidade. E assim, ter-me-iam poupado a uma leitura disciplinada, oposta, por definição, de uma leitura prazeirosa. De longe, a minha preferida.
Posto isto, porque é que me apetece comprar O Terceiro Reich? Bem, não custa experimentar Bolaño uma segunda vez. Pelo menos, são só 352 páginas.
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