Na realidade, nem como assim tantos. Mas na pressão de arranjar um nome (sim, não houve tempo para pensar que ia ter um blogue) foi este que me surgiu. Estúpido? 'Tou nem aí!
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terça-feira, 15 de maio de 2012
quinta-feira, 5 de maio de 2011
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Comprem, comprem já!
Meia-noite ou o Princípio do Mundo é um dos livros mais bonitos que já li, privilégio da genialidade de Richard Zimler, mestre em enredar palavras e vidas. Conhecem-se: tempos, raças, culturas e naturezas humanas. Aprende-se: os bons também fazem o mal e que a amizade é o expoente máximo do amor, resistente à erosão do tempo, da distância e, sobretudo, das acções. Sempre. Sempre.
Mais opiniões, aqui.
Imagem: Abílio Victor.
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domingo, 16 de maio de 2010
Tolerância, precisa-se!
A Sétima Porta traz frescura a um tema que, pelo número de vítimas que fez, se resume a preto e branco. Talvez por também eu fazer parte de uma minoria étnica, aliado ao facto de ter acontecido tão recentemente, o período em que Hitler esteve no poder interessa-me. Não tanto as suas políticas - que me reduziriam a cinzas num instante - mas a falta de reacção das pessoas que não se revoltaram contra o pogrom alemão. Antes apoiaram-no com o silêncio ou a denúncia. Pior, com o apoio a um dos piores dirigentes de que há registo.
Richard Zimler fez-me agora perceber que a magnitude das acções do Nationalsozialismus foi temperada, marinada e demorou algum tempo a apurar. E, incoerentemente por isso, foi tão inesperada. Sophie, uma jovem cristã feliz junto de judeus e aberrações aos olhos dos Nazis, narrou-me um Tempo em que houve tempo para o bom humor, fortalecer amizades, amar e desejar que a Alemanha de Hilter não viesse a ser tão selectiva e disparatada como, por fim, se veio a saber que foi.
Pelo caminho, as inevitáveis perdas: dos que importam e dos que importam, mas não deviam importar. No fim, um sorriso por ter tido a coragem, logo depois da vergonha, e de ter conseguido um autógrafo num dos livros que vou sempre recordar.
O tempo em que se persegue judeus e outras minorias religiosas e étnicas não acabou. E nós, aqui continuamos, como se não tivessemos nada a ver com isso. Receio bem que um dia também façamos parte da história.
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domingo, 2 de maio de 2010
Mr. Zimler
A Sétima Porta veio-me dedicada. O primeiro livro autografado que tenho. Tive vergonha mas acabei por sucumbir ao olhar gentil de Zimler, um autor que se desculpa pelo que não tem culpa, que tive de ensinar a escrever... o meu nome difícil, está claro, e que, no fundo, me despertou curiosidade ainda antes de me decidir a levá-lo, mais uma vez, comigo. Anagramas de Varsóvia foi um dos meus livros preferidos. A Sétima Porta, dir-vos-ei daqui a uns tempos.
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