sexta-feira, 28 de novembro de 2008

L'arcobaleno: più, per meno

Hoje vi o arco-íris. Do mais perfeito que já tinha visto. Com as 7 cores muito bem definidas... em harmonia. Ali, à minha frente, pareceu-me mesmo possível chegar até ele: tocar, escalar ou simplesmente abraçar. E no fim, levar o pote de ouro, porque não?
Fez-me lembrar do quanto nos intriga o arcobaleno quando somos crianças. E como tudo deixa de nos encantar quando crescemos.
Quando somos pequenos, temos mais... por menos.


Confi-reflexões parte II

Não sou daquelas pessoas que tem medo de envelhecer. In fact, duvido que algum dia vá deixar de comemorar os meus anos (a minha vida!!!) com a mesma alegria. Apesar dos avisos de que esta alegria não durará para sempre. Duvido. Gosto de fazer anos. Sentir que me celebro e que sei mais do que há um ano.
Nos últimos dois dias, tive a oportunidade de trabalhar num lar de idosos. Não meus senhores, não cometi nenhum pequeno delito nem estou sujeita a trabalho comunitário. Fui fazer um workshop sobre a Alimentação do Idoso. Curiosamente, não tive a oportunidade de contactar com os velhotes. Vi-os apenas de longe, numa sala, todos juntos, a ver televisão. Uns conversavam, outros esperavam simplesmente. Pelo quê? Não sei. Não lhes parecia importante. Não me pareceu relevante. Mas fiquei emocionada. Imaginei-os outrora pessoas activas e autónomas. E agora ali, uns em cadeiras de rodas, outros apoiados em bengalas.
Quando for velha, não me importo de ir para um lar. Nunca me importei. Sempre achei que seria uma festa todos os dias. Importo-me sim, e importar-me-ei sempre, se não for livre de escolher.
Ir para um lar ou ficar em casa.

Confi-reflexões parte I

Conduzir: o prazer da liberdade. Percorrer quilómetros e sentir que a paisagem nos escapa aos olhos. Porque não nos pertence. Movermo-nos com conforto. E a cantar. Reflectir.

Um dia vou pegar no carro e conduzir sem destino. E aí será a liberdade das liberdades. (Pronto, vá lá, eu sei que a gasolina ainda não está assim tão barata.)

E no dia em que tiver o meu carro, vou abraçá-lo todos os dias!

Adooooooro conduzir!


quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Tempo para ser mãe! (Pré T2 para um e meio)



Adoro ser mãe. E de ter tempo para ser mãe.
Acordar o meu filho com beijos, dar-lhe mimos antes de se levantar. Vesti-lo, (limpar-lhe o rabo), preparar-lhe o pequeno-almoço. Ajeitar-lhe o casaco e levar a mochila dele, para não lhe massacrar as costas. Adoro ir pela rua a conversar de parvoíces. Entrar no carro e dizer-lhe para pôr o cinto, enquanto ele anda às voltas com aquilo. E eu fico ali parada à espera, porque não há stress... não há comboios para apanhar. Sair do carro, avisar-lhe para ter cuidado com os carros. Ir mais uma vez com ele pela mão, enquanto me garante que nunca será capaz de falar inglês. E eu prometo ajudá-lo (suspiro de alívio). Olhar para o cabelo dele, ver que está todo selvagem (malditos genes) e penteá-lo com os dedos, antes de chegarmos ao portão da escola. Gosto de vê-lo com vergonha dos amigos (será porque vamos de mão dada?). Passar pelo professor e dizer «Bom dia, Prof. Sérgio» (enquanto o David morre ainda mais de vergonha). Ouvi-lo confessar-me que detesta a Cátia (temo ter de levá-lo ao psicólogo, porque anda a fazer desenhos de setas e alvo... e sim, a Cátia está espetada no alvo. Quem acertar nela, arrebata uns preciosos 100 pontos). E rio-me ao ouvi-lo dizer, super entusiasmado, que adora fazer testes (até quando, meu filho, até quando?). Prometer-lhe que o irei buscar mais cedo à escola. E que talvez lhe compre um salame de chocolate...

Não há nada que pague isto.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Txaram!

Tanto pediram, tanto exigiram. Eis-me! Após o extreme makeover. Ah, a cor dos olhos... lentes. O nariz, foi plástica mesmo!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Extreme Makeover

A boneca agora é a dar pró loiro e 'tá quase sem cabelo. A boneca, sou eu!

domingo, 16 de novembro de 2008

Lição #3: Como por dois parolos armados em superstars


Tenham medo. Tenham muito medo. PALOMA está na área!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

A verdade vem da boca dos outros...

Tu crois que le monde est à toi
Qu'il t'appartient
C'est ta chose, tu en disposes
Sans qu'il n'en reste rien
Avide et gourmand, tu prends
Peu importe demain.
Demain?
S'il reste un lendemain
Je le veux en paix pour les miens.

Demain, demain, demain
Si il reste un lendemain
Demain, demain, demain
Je le veux en paix pour les miens
Demain, demain, demain
Que voleras-tu demain?
Demain, demain, demain
La paix des miens.

Elle pleure
L'aurais-tu caressée un peu trop fort?
Ou bien l'as-tu encore battue à mort?
Tu es trop faible pour souffrir
Trop lâche pour en finir
Disant 'J'arrête demain...'
Demain?
S'il reste un lendemain
Je le veux en paix pour les miens.

Demain, demain, demain
Si il reste un lendemain
Demain, demain, demain
Je le veux en paix pour les miens
Demain, demain, demain
Que voleras-tu demain?
Demain, demain, demain
La paix des miens.

Demain, demain, demain
Je rêve d'autres lendemains
Demain, demain, demain
La paix pour le monde et les miens

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Sexta-feira, é a vida selvagem.

A palavra de ordem é: Recomeçar.
Recomeçar, que rima com soluçar, com desesperar, com chorar.
Às vezes não apetece recomeçar. Estás bem onde estás, com quem estás, como estás.
O dia foi cinzento. De sensibilidade extra. Percebi que quando arriscar não significa mais nada, significa uma só coisa: conhecer. Pessoas, situações, emoções...

E depois, recomeçar... também rima com amar.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O quê?!

http://ciberjornalismo.com/pontomedia/wp-content/imagens/AlmeidaSantos.jpg

Por razões óbvias, achei por bem divulgar o que andam os rivais a fazer. O problema, meus amigos? Falta-vos estagiárias com qualidade para desgravar entrevistas de uma hora e meia. Assim não vão longe!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Ora bolas!

Tinha de contar esta: Fui à luz com o Luz! E fez-se luz!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Lição #2: Manter um blogue não é fácil

Quando as ideias não fluem, flua a parvoíce. E fluem/flua são palavras muita feias de se olhar, assim como as meninas das linhas eróticas... só o som é que vale qualquer coisita.
Por isto, esta noite foi de redenção, qual noite de Natal. E o meu presente? Três posts. Já dizia o outro: What else?

Ódio... vira amor!

Só mais uma musiquinha, para quem gosta e para quem vai ficar a gostar!

Se eu fosse...


... uma jornalista.
O jornalista de imprensa informa por medida - que são os caracteres. Eis a profissão que sempre sonhei e nunca quis... até há um ano. Fazendo as contas, atrasei-me 10 anos. E dez anos dá para tanta coisa, meu deus. Em dez anos cresceram-me as mamas, tive um filho, passei de punk a sofisticada pobre, deixei de ser tão tímida e até conheci a Eslováquia (quem se lembra de ir à Eslováquia?). Só não deu para perceber que era jornalista que queria ser. Andei mesmo distraída...




terça-feira, 7 de outubro de 2008

Help!

Num estado meio adormecido, começou a vir-me à cabeça: "When I was younger, so much younger than today, I never needed anybody's help in any way."

E aqui fica o resto...

Help, I need somebody,
Help, not just anybody,
Help, you know I need someone, help.

When I was younger, so much younger than today,
I never needed anybody's help in any way.
But now these days are gone, I'm not so self assured,
Now I find I've changed my mind and opened up the doors.

Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round.
Help me, get my feet back on the ground,
Won't you please, please help me?

And now my life has changed in oh so many ways,
My independence seems to vanish in the haze.
But every now and then I feel so insecure,
I know that I just need you like I've never done before.

Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round.
Help me, get my feet back on the ground,
Won't you please, please help me.

When I was younger, so much younger than today,
I never needed anybody's help in any way.
But now these days are gone, I'm not so self assured,
Now I find I've changed my mind and opened up the doors.

Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round.
Help me, get my feet back on the ground,
Won't you please, please help me, help me, help me, oh.