terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Winter 2008/2009 Best Fashion Acessorize


Ou pelo menos eu quero acreditar que sim...

domingo, 28 de dezembro de 2008

Vais deixar saudades... mas ainda bem que és só tu!

Rock and Roll... foi o que senti ontem. Soprar num balão, duas horas depois de tentares convencer a acidentada a assinar um acordo amigável, e no visor aparecer um número que te põe imediatamente sóbria: 0,91. Entrar num carro da polícia e perceberes que afinal não estás assim tão sóbria, e que os senhores agentes têm uma paciência de santos... e que por detrás da autoridade, há uma pinguinha de sangue que corre naquelas veias. E visitar as instalações da PSP, querer ver tudo e saber se há celas. E entrar no hospital escoltada por dois agentes. Ser olhada de lado pelas pessoas supostamente doentes das urgências. Fazer a contraprova, e porque não uns RX's que a coisa está a ficar dorida. Ter um pequeno arranjo a fazer no pescoço, e seguir viagem, apaixonada. E o meu namorado que nunca mais me vem buscar num Twingo azul.

Sempre quis ser uma espécie de «bad boy» presa num cromossoma XX... mas isto, não é para repetir.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Porque me faz sentido...

«Um escritor nunca esquece a primeira vez em que aceita umas moedas ou um elogio a troco de uma história. Nunca esquece a primeira vez em que sente no sangue o doce veneno da vaidade e acredita que, se conseguir que ninguém descubra a sua falta de talento, o sonho da literatura será capaz de lhe dar um tecto, um prato de comida quente ao fim do dia e aquilo por que mais anseia: ver o seu nome impresso num miserável pedaço de papel que certamente lhe sobreviverá. Um escritor está condenado a recordar esse momento pois nessa altura já está perdido e a sua alma tem preço.»

Carlos Ruiz Zafón em O Jogo do Anjo.

Um livro que gostava de ter debaixo da árvore de Natal. (Vá lá, ainda têm 24 horas para irem comprá-lo! Hihi)

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Um estágio de sonho... ora pois!

Regresso com indignação.


Caros Senhores,
Que o estado do país vai de cocó a merda, já todos nós sabemos. E eu até nem sou moça para me indignar com isso... Está demasiado gasto esse discurso. Sou moça, sim, para me indignar com a inacção para tirar este Portugalinho (e sim, fiz menção a um passatempo do programa Você na TV, companhia de meio mundo desempregado) da merda!

Senão vejam esta maravilhosa oferta para estagiar na revista Time Out Lisboa (e se estiverem interessados, porque não enviar os vossos CV's? Força, que eu bem sei que isto não está para brincadeiras):

«Se és jovem, sabes a diferença entre “à” e “há”, és lavadinho e conheces Lisboa como a palma da tua mão, junta-te a nós!
A Time Out Lisboa procura estagiários que não se importem de trabalhar de borla durante 3 meses, mas num ambiente muito agradável (e onde nem sequer se pede que nos vão buscar café).

Os interessados neste estágio de sonho deverão enviar os seus curriculos e um texto (sobre uma loja, um restaurante, uma crítica de música, televisão... qualquer coisa que tenha a ver com a revista) para o mail smsantos@timeout.pt

Ora, cara smsantos... seja lá quem tu fores, aqui fica o meu «direito de resposta»:

És lavadinho? Só podes estar a brincar. De estágio em estágio, a conta da água há (e repara como sei a diferença entre o «à» e o «há»!) muito que ficou por pagar. Mas adiante...
Devo dizer-te que estás com muita sorte. O candidato por que tanto procuras não há-de tardar. É que ninguém se importa de trabalhar três meses de borla... se esses três meses terminarem com uma cena rara: duas pessoas apertando solenemente a mão, felizes por terem celebrado um contrato (podes sempre falar com um historiador para te explicar o que isso era). O problema, smsantos, é que os três meses rapidamente se transformam em três anos. E depois, o problema do cheirinho a sovaco é bem capaz de se agravar... porque três meses a tomar banho só com a águinha das casas de banho públicas não vão abonar a favor do teu primeiro requisito. Ouve o que te digo, smsantos. Ouve o que te digo que só quero o teu bem.
Bom, tendo ultrapassado estes pequeninos obstáculos, fico muito mais descansada que no estágio que oferecem, não se tenha de servir cafés. O meu paizinho e a minha maezinha vão poder dizer à (mais uma prova de que as reguadas do Senhor Professor António valeram a pena) boca cheia que a filhinha está a fazer um estágio decente... nada de escravatura, que essa já acabou em há dois séculos atrás (cof, cof!)!
Ai que já os estou a imaginar, gritando por aí aos quatro ventos que a filhinha («sempre soubemos que ela era especial»... e a baba aparecendo nos cantos labiais), depois de anos de estudo e muito esforço («e mais dois de empregos precários e desemprego»... e a mãe dá uma cotovelada no pai, porque «isso agora não interessa nada»), lá conseguiu um estágio de sonho!
Se quem escreveu isto se acha muito criativo, pois bem. Eu acho que você simplesmente devia tirar um «time out». Prolongado.

E porque é que ninguém resolve isto à paulada?

domingo, 7 de dezembro de 2008

"Ela falou pró DJ"

E porque raio estou com esta merda na cabeça?

Aproveito para mandar um beijo à Marisa, não a Monte, mas a monte, nos EUA. Porque às vezes lembro-me...

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Friday's Late Night Depressive Show

Aqui estou eu, numa sexta-feira à noite, em casa, no sofá, a ver um concurso de talentos (Shame on me, I know! Detesto desapontar os meus fãs, mas esta tem sido a minha realidade nos últimos... hum... dias? semanas? Não, MESES!).

E o que penso enquanto o Carnaval dos Afinadinhos está na parada?

Por onde anda o meu talento? God!!!

Já dizia o outro: I (urgently) have to review my options!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Ignorance is bliss

Sempre o defendi. Queria pô-lo em prática.

Não consigo.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Un meraviglioso tributo al amore




Parece contente, ele. Parece mesmo apaixonado. Achei fofinho.

Nota: Declaro-me culpada. Sou mesmo fã do senhor.

Lá terá de ser...


sexta-feira, 28 de novembro de 2008

L'arcobaleno: più, per meno

Hoje vi o arco-íris. Do mais perfeito que já tinha visto. Com as 7 cores muito bem definidas... em harmonia. Ali, à minha frente, pareceu-me mesmo possível chegar até ele: tocar, escalar ou simplesmente abraçar. E no fim, levar o pote de ouro, porque não?
Fez-me lembrar do quanto nos intriga o arcobaleno quando somos crianças. E como tudo deixa de nos encantar quando crescemos.
Quando somos pequenos, temos mais... por menos.


Confi-reflexões parte II

Não sou daquelas pessoas que tem medo de envelhecer. In fact, duvido que algum dia vá deixar de comemorar os meus anos (a minha vida!!!) com a mesma alegria. Apesar dos avisos de que esta alegria não durará para sempre. Duvido. Gosto de fazer anos. Sentir que me celebro e que sei mais do que há um ano.
Nos últimos dois dias, tive a oportunidade de trabalhar num lar de idosos. Não meus senhores, não cometi nenhum pequeno delito nem estou sujeita a trabalho comunitário. Fui fazer um workshop sobre a Alimentação do Idoso. Curiosamente, não tive a oportunidade de contactar com os velhotes. Vi-os apenas de longe, numa sala, todos juntos, a ver televisão. Uns conversavam, outros esperavam simplesmente. Pelo quê? Não sei. Não lhes parecia importante. Não me pareceu relevante. Mas fiquei emocionada. Imaginei-os outrora pessoas activas e autónomas. E agora ali, uns em cadeiras de rodas, outros apoiados em bengalas.
Quando for velha, não me importo de ir para um lar. Nunca me importei. Sempre achei que seria uma festa todos os dias. Importo-me sim, e importar-me-ei sempre, se não for livre de escolher.
Ir para um lar ou ficar em casa.

Confi-reflexões parte I

Conduzir: o prazer da liberdade. Percorrer quilómetros e sentir que a paisagem nos escapa aos olhos. Porque não nos pertence. Movermo-nos com conforto. E a cantar. Reflectir.

Um dia vou pegar no carro e conduzir sem destino. E aí será a liberdade das liberdades. (Pronto, vá lá, eu sei que a gasolina ainda não está assim tão barata.)

E no dia em que tiver o meu carro, vou abraçá-lo todos os dias!

Adooooooro conduzir!


quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Tempo para ser mãe! (Pré T2 para um e meio)



Adoro ser mãe. E de ter tempo para ser mãe.
Acordar o meu filho com beijos, dar-lhe mimos antes de se levantar. Vesti-lo, (limpar-lhe o rabo), preparar-lhe o pequeno-almoço. Ajeitar-lhe o casaco e levar a mochila dele, para não lhe massacrar as costas. Adoro ir pela rua a conversar de parvoíces. Entrar no carro e dizer-lhe para pôr o cinto, enquanto ele anda às voltas com aquilo. E eu fico ali parada à espera, porque não há stress... não há comboios para apanhar. Sair do carro, avisar-lhe para ter cuidado com os carros. Ir mais uma vez com ele pela mão, enquanto me garante que nunca será capaz de falar inglês. E eu prometo ajudá-lo (suspiro de alívio). Olhar para o cabelo dele, ver que está todo selvagem (malditos genes) e penteá-lo com os dedos, antes de chegarmos ao portão da escola. Gosto de vê-lo com vergonha dos amigos (será porque vamos de mão dada?). Passar pelo professor e dizer «Bom dia, Prof. Sérgio» (enquanto o David morre ainda mais de vergonha). Ouvi-lo confessar-me que detesta a Cátia (temo ter de levá-lo ao psicólogo, porque anda a fazer desenhos de setas e alvo... e sim, a Cátia está espetada no alvo. Quem acertar nela, arrebata uns preciosos 100 pontos). E rio-me ao ouvi-lo dizer, super entusiasmado, que adora fazer testes (até quando, meu filho, até quando?). Prometer-lhe que o irei buscar mais cedo à escola. E que talvez lhe compre um salame de chocolate...

Não há nada que pague isto.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Txaram!

Tanto pediram, tanto exigiram. Eis-me! Após o extreme makeover. Ah, a cor dos olhos... lentes. O nariz, foi plástica mesmo!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Extreme Makeover

A boneca agora é a dar pró loiro e 'tá quase sem cabelo. A boneca, sou eu!