
Absolutamente fantástica, esta notícia que o Público publica. E se uma pessoa se engana, e depois de tomar o comprimido pensa em algo que gosta muito?
E se eu pensar em cheesecake, será que o esqueço de vez?
Alguém me compra um cheesecake?
Na realidade, nem como assim tantos. Mas na pressão de arranjar um nome (sim, não houve tempo para pensar que ia ter um blogue) foi este que me surgiu. Estúpido? 'Tou nem aí!

Mãe: Ó filho, o que são as Winx? Umas fadinhas?Relaxamento absoluto, é o que se pode esperar de uma visita à Ilha Terceira. Os quilómetros de campos verdes não nos cabem na vista, as vacas que dão vontade de abraçar e o silêncio, imposto pela ausência de gentes, que acima dos 250 metros de altitude deixa de se instalar. Ficam-se pelas povoações que, nos recebem de olhar observador mas com sorriso fácil. Demasiado fácil, porque as pessoas são o centro comercial e o jogo de futebol dos terceirenses. O convívio é obrigatório, sempre acompanhado de um licor e um queijinho. Oferta da casa. Casas essas de um aspecto sempre impecável, que o aprumo da pintura oferece. Para receber a graça do Espírito Santo. Porque aqui, nestes 30km de extensão de terra, largado no meio do oceano Atlântico, é mais fácil acreditar-se que Deus e o seu Espírito Santo existem, e a Ilha não se esquece de lhes agradecer! Com festas, romarias e muito respeito pela Natureza – a selvagem e a humanizada.
Uma experiência que se quer repetir, num período entre os seis meses e meio de festa diária que a Terceira tem. Onde a corda não chegue, mas onde o sentimento de pânico e a emoção possam brotar, fruto de uma marrada que um touro bravo aplique aos mais corajosos.
Onde ficar:
Hotel Praia Marina (Na Praia da Vitória) – com apartamentos cómodos
Hotel Terra do Mar (Na localidade de Serratinha) – para os que procuram um resort de luxo
Onde comer:
Restaurantes Sabores do Chef (Na Praia da Vitória) – entradas fantásticas, peixe fenomenal e sobremesas inesquecíveis
Onde passar:
Clube de Golfe da Ilha Terceira – o ensino da técnica do golfe com especialistas, onde rir é mesmo o melhor remédio (pelo menos para quem não tem jeito!)

Quanto à parte de África do Sul como local turístico... devo confessar que ficou o bichinho, ou o bichão, que aquila gente não sabe o que são animais com menos de 7 metros e 80 quilos!
Eu bem sei que a Eslováquia agora é que está na moda - o que aderir à moeda única não faz por um país - mas a Eslováquia são águas danubienses passadas! Muito muito boas e frias, mas passadas!
Praia, calor, sofisticação, desportos radicais, hipopótamos, estradas rodeadas de leões... cobras (?). E é neste momento que páro a descrição do país...
Ó Albano, bora nessa?!
Rock and Roll... foi o que senti ontem. Soprar num balão, duas horas depois de tentares convencer a acidentada a assinar um acordo amigável, e no visor aparecer um número que te põe imediatamente sóbria: 0,91. Entrar num carro da polícia e perceberes que afinal não estás assim tão sóbria, e que os senhores agentes têm uma paciência de santos... e que por detrás da autoridade, há uma pinguinha de sangue que corre naquelas veias. E visitar as instalações da PSP, querer ver tudo e saber se há celas. E entrar no hospital escoltada por dois agentes. Ser olhada de lado pelas pessoas supostamente doentes das urgências. Fazer a contraprova, e porque não uns RX's que a coisa está a ficar dorida. Ter um pequeno arranjo a fazer no pescoço, e seguir viagem, apaixonada. E o meu namorado que nunca mais me vem buscar num Twingo azul.
Carlos Ruiz Zafón em O Jogo do Anjo.
Um livro que gostava de ter debaixo da árvore de Natal. (Vá lá, ainda têm 24 horas para irem comprá-lo! Hihi)