Na realidade, nem como assim tantos. Mas na pressão de arranjar um nome (sim, não houve tempo para pensar que ia ter um blogue) foi este que me surgiu. Estúpido? 'Tou nem aí!
Sou uma mulher de vícios. Eis o meu novo: Evolver. (ou John Legend e o seu arzinho de valha-nos Deus, que está podendo!)
Além de combinar com o meu liindo automóvel, é um excelente álbum. De me pôr o ranhito a escorrer pelo nariz abaixo e a desejar conhecer a mãe que pôs ao mundo um senhor assim, tão sentimentalmente educado!
E agora, vou acabar com o (*$&"#$) "Trimmmmm triiimmmmm" às seis da manhã e, na impossibilidade de ter o próprio a cantar-me ao ouvido, passar a ser acordada assim:
No dia em que Manuel Subtil se barricou na RTP, soube que o David vinha a caminho. A sensação de então foi de medo, entranhado numa alegria profunda e entusiasmante.
Quando avisei que estava novamente com essa sensação, acabava de assinar a segunda maior responsabilidade que assumi, depois de me ter comprometido a fazer alguém feliz, para o resto da minha vida.
Mas hoje não foi amor de mãe - esse já está totalmente doado ao rapazinho mais lindo do mundo. Foi amor adolescente. Fui ter com o meu Suzuki, como se fosse um primeiro encontro: as borboletas, o embaraço, o entusiasmo, o vigor... a meiguice. Assim:
E depois, viemos o caminho todo a fazer juras de amor, até que a velhice ou o homem do fraque nos separe!
Posso dormir contigo hoje?
(Aproveitem para ver o vídeo oficial, bem mais bonito. O You Tube foi desmancha prazeres...)
Fico espantada com a minha azelhice na cozinha. Creio que o meu vizinho da frente também...
Ou se calhar só gosta de ver a rapariga de 25 anos em cuecas, dançando e cantando pela cozinha, enquanto trava uma batalha com os tachos para conseguir fazer o jantar.
E é assim sei que nunca vou ter direito a usar um turbante destes.
Esta que vos escreve, está viva. Esmurrada, com uma costela dorida, algumas nódoas negras e arranhões, mas viva. E feliz:
1- Por ter revivido o meu primeiríssimo concerto - Tara Perdida e The Offspring - onze anos depois de ter sido autorizada a vê-los no Coliseu. Emocionou-me.
2 - Por ter suado tudo o que me andava a intoxicar. Amaciou-me.
3 - Por ter comprovado que sozinha também chego lá. Engrandeceu-me.
4 - Pelos rostos que conheci e reconheci. Entusiasmou-me.
5 - Pelo começo e recomeço. Animou-me.
6 - Por ter conseguido gritar as palavras que andavam presas no peito, ainda que não sejam originalmente minhas. Libertou-me.
7 - Por me aperceber que o que adoras hoje, podes continuar a adorar amanhã... há amores que não nos escapam. Confortou-me.
8 - E porque não confessar, vá: porque o Dexter ainda mexe comigo - eu sei que ele está velho, gordo e que todo nú, deve ser um pesadelo - mas o homem sentou-se ao piano a cantar a Gone Away. Estarei desculpada? Apaixonou-me.
Obrigada aos que se preocuparam com a minha integridade física, naquela que foi uma espécie de viagem espiritual à Índia, ainda a «minha» Índia fique apenas a 300 Km, seja uma cidade e se chame Portimão.
Tenho vídeos próprios, mas depois colocá-los-ei aqui. Ó Bennie Bernardette de Brito, se prepare que isto não é só praia! =P
Tara Perdida num grande canal, infelizmente extinto:
Costumam desaparecer meninas no Algarve. Oremos para que a próxima não seja eu. Se não der notícias atempadamente, estarei numa das casas do casal Beckham. Prevenindo-me, deixo o retrato da Victoria, ou A raptora:
E rumo à aventura. Até já =)
P.S. - A fim de descansar esse neurónio, Miss, não, não começa por M, a surpresa. Mas lá para terça ou quarta-feira estou em condições de explicar porque está essa lenda, Manuel Subtil, esparramado no meu blogue! =P
Estava eu a tentar ser uma mulherzinha. Salto para a cozinha sem ser para carregar no botão do microondas. Sintonizo a Mónica Mendes para me ajudar neste momento difícil...
E de repente, a faca. Ela não devia de cortar mais do que a porra da cebola, porém, é nas carnes do meu polegar esquerdo que ela decide enterrar-se. Tão fundo, tão cortante, tão... fodasse (peço desculpa pela asneira, serve apenas para ilustrar este post)!
Penso no dedo (o sangue não pára). Penso que ficarei sem ele. Penso nas unhas recentemente pintadas. E penso nos empregados semi-nus, servindo-me a sopa numa terrina bordada a ouro de 24 quilates, quais Filipas Valha-nos Deus... com uns peitorais dignos de se ver.
Entre despedidas difíceis (e permanentes), casas que de repente são demasiado silenciosas, amigas que casam de forma exótica e repentina e prendas que ficarão arrumadas no canto da gaveta (ou da garagem...), ontem foi o dia de queimar a minha última estratégia de coping:E depois lembrei-me: a minha avó dizia que as dores de crescimento são para se esfregar com álcool. Vou buscar a garrafa.
Um vídeo que faz sorrir, que dá luz a uma das cidades mais cinzentas da Europa, que (estranhamente) me faz apetecer voltar a Londres. E que me faz apetecer abraçar toda a gente... e cantar... cantaaaaaaaar!
Filho: Mãe, o que é sexy?
Mãe: Vem ver... isto é sexy.
(três minutos e trinta e oito segundos calado)
Filho: Uau!
Acho que ele percebeu. Resta-me esperar que os nossos olhos não estivessem concentrados no mesmo objecto...
Pontos fortes do vídeo...(ou, a coisa aquece(-me)):
- primeiros 25 segundos
- 1m16s a 1m33s
- 1m41
- 2m10s a 2m28s