terça-feira, 18 de agosto de 2009

Sonhador.
Gozão.

Maduro.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Valeu. E vai valer!

Fim-de-semana de noites quentes e conversas amenas, dias escaldantes de deixar a pele queimada e salgada. Fim-de-semana de esplanadas e sestas... das revigorantes! Fim-de-semana de sopas (literalmente!... vá, e uma ou outra tosta) e descanso (tanto e tão maravilhosamente merecido descanso!!!). Por isso:

Venham mais cinco (dias, não cervejas*!)... de manhãs madrugadoras e tardes entre barras pesadas, com direito a Powerade e pesos extra; de muitos e bons beijos, abraços e mimos que, em jeito de dívida, andam por saldar; e de festa, porque aproxima-se o dia mais importante do ano, aquele que marca o ritmo da transformação do meu bebé... num homenzinho!

Venham esses fabulosos cinco!

*Não sei porquê, mas a tia Maya - essa taróloga e/ou estrela porno da FHM - cismou que os aquarianos andam com problemas com o álcool, pelo que achei por bem esclarecer.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Uma ideia...


...que me seduz. Paris entranhou-se-me.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

13 de Agosto

Tenho este problema: gosto de efemérides. Faz hoje um ano estava felicíssima - entrava numa redacção a sério. E pela primeira vez, profissionalmente, senti-me em casa.

Um ano depois, estou totalmente descompensada emocionalmente. Preciso do meu leãozinho de volta à toca, das suas patinhas porcas na minha cara, dos seus saltinhos desajeitados, do ronronar na cama, das gargalhadas estridentes e entre dentes. Urgentemente. Ou morro. Em breve.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Acordar assim... até eu!

Sou uma mulher de vícios. Eis o meu novo: Evolver. (ou John Legend e o seu arzinho de valha-nos Deus, que está podendo!)

Além de combinar com o meu liindo automóvel, é um excelente álbum. De me pôr o ranhito a escorrer pelo nariz abaixo e a desejar conhecer a mãe que pôs ao mundo um senhor assim, tão sentimentalmente educado!

E agora, vou acabar com o (*$&"#$) "Trimmmmm triiimmmmm" às seis da manhã e, na impossibilidade de ter o próprio a cantar-me ao ouvido, passar a ser acordada assim:



E com um sorriso, pois!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

E pronto:


No dia em que Manuel Subtil se barricou na RTP, soube que o David vinha a caminho. A sensação de então foi de medo, entranhado numa alegria profunda e entusiasmante.

Quando avisei que estava novamente com essa sensação, acabava de assinar a segunda maior responsabilidade que assumi, depois de me ter comprometido a fazer alguém feliz, para o resto da minha vida.

Mas hoje não foi amor de mãe - esse já está totalmente doado ao rapazinho mais lindo do mundo. Foi amor adolescente. Fui ter com o meu Suzuki, como se fosse um primeiro encontro: as borboletas, o embaraço, o entusiasmo, o vigor... a meiguice. Assim:




E depois, viemos o caminho todo a fazer juras de amor, até que a velhice ou o homem do fraque nos separe!

Posso dormir contigo hoje?

(Aproveitem para ver o vídeo oficial, bem mais bonito. O You Tube foi desmancha prazeres...)

Ai que calor!

Ando pela avenida e esta é a música que me vem à cabeça:



E mai logo revelo a surpresa!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Na roça dos tachos... ou à luta com os tachos!


Fico espantada com a minha azelhice na cozinha. Creio que o meu vizinho da frente também...

Ou se calhar só gosta de ver a rapariga de 25 anos em cuecas, dançando e cantando pela cozinha, enquanto trava uma batalha com os tachos para conseguir fazer o jantar.
E é assim sei que nunca vou ter direito a usar um turbante destes.

De alma lavada

Esta que vos escreve, está viva. Esmurrada, com uma costela dorida, algumas nódoas negras e arranhões, mas viva. E feliz:
1- Por ter revivido o meu primeiríssimo concerto - Tara Perdida e The Offspring - onze anos depois de ter sido autorizada a vê-los no Coliseu. Emocionou-me.
2 - Por ter suado tudo o que me andava a intoxicar. Amaciou-me.
3 - Por ter comprovado que sozinha também chego lá. Engrandeceu-me.
4 - Pelos rostos que conheci e reconheci. Entusiasmou-me.
5 - Pelo começo e recomeço. Animou-me.
6 - Por ter conseguido gritar as palavras que andavam presas no peito, ainda que não sejam originalmente minhas. Libertou-me.
7 - Por me aperceber que o que adoras hoje, podes continuar a adorar amanhã... há amores que não nos escapam. Confortou-me.
8 - E porque não confessar, vá: porque o Dexter ainda mexe comigo - eu sei que ele está velho, gordo e que todo nú, deve ser um pesadelo - mas o homem sentou-se ao piano a cantar a Gone Away. Estarei desculpada? Apaixonou-me.
Obrigada aos que se preocuparam com a minha integridade física, naquela que foi uma espécie de viagem espiritual à Índia, ainda a «minha» Índia fique apenas a 300 Km, seja uma cidade e se chame Portimão.
Tenho vídeos próprios, mas depois colocá-los-ei aqui. Ó Bennie Bernardette de Brito, se prepare que isto não é só praia! =P
Tara Perdida num grande canal, infelizmente extinto:




e claro, a que me agarrou há uns anos atrás:

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Rumo...

Costumam desaparecer meninas no Algarve. Oremos para que a próxima não seja eu. Se não der notícias atempadamente, estarei numa das casas do casal Beckham. Prevenindo-me, deixo o retrato da Victoria, ou A raptora:
E rumo à aventura. Até já =)

P.S. - A fim de descansar esse neurónio, Miss, não, não começa por M, a surpresa. Mas lá para terça ou quarta-feira estou em condições de explicar porque está essa lenda, Manuel Subtil, esparramado no meu blogue! =P

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Déjà vu

Volto ter a mesma sensação que experimentei no dia em que Manuel Subtil se decidiu barricar na RTP.
E mais não digo. Mas estou prestes a abrir o jogo.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

E quem ainda me faz rir, quem?

Se não é este... nem foi o outro, está para nascer.


domingo, 2 de agosto de 2009

À primeira, sem dedo!

Estava eu a tentar ser uma mulherzinha. Salto para a cozinha sem ser para carregar no botão do microondas. Sintonizo a Mónica Mendes para me ajudar neste momento difícil...

E de repente, a faca. Ela não devia de cortar mais do que a porra da cebola, porém, é nas carnes do meu polegar esquerdo que ela decide enterrar-se. Tão fundo, tão cortante, tão... fodasse (peço desculpa pela asneira, serve apenas para ilustrar este post)!

Penso no dedo (o sangue não pára). Penso que ficarei sem ele. Penso nas unhas recentemente pintadas. E penso nos empregados semi-nus, servindo-me a sopa numa terrina bordada a ouro de 24 quilates, quais Filipas Valha-nos Deus... com uns peitorais dignos de se ver.

Não mata mas mói. E dói.

Entre despedidas difíceis (e permanentes), casas que de repente são demasiado silenciosas, amigas que casam de forma exótica e repentina e prendas que ficarão arrumadas no canto da gaveta (ou da garagem...), ontem foi o dia de queimar a minha última estratégia de coping:E depois lembrei-me: a minha avó dizia que as dores de crescimento são para se esfregar com álcool. Vou buscar a garrafa.


quinta-feira, 30 de julho de 2009

Próximo passo: Saúde 24.

Estou desconfiada que contraí aquela doença. A dos porcos. =(