domingo, 6 de dezembro de 2009

Compulsivamente Mayer Hawthorne

O amor aconteceu, mais uma vez, no meu sofá, naquilo que foi a revisão número 100 do filme que sempre limpa o pó ao meu (fraco) espírito natalício.

E depois foi isto: Senhoras e senhores, tenho muito prazer em apresentar-vos o homem que me vai acompanhar no mp3 nos próximos tempos.

E isto. E isto.

Figura de estilo

A vida anda por demais irónica.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Amor em tempos de crise

Uma notícia curiosa, sem dúvida. Deixo aqui o top10 das razões porque traem os homens (afirmadas pelos próprios):

1. Para se sentirem amados
2. Pela excitação
3. Vida familiar instável
4. Para escapar à rotina
5. Para alimentar o ego
6. Para evitar um divórcio dispendioso
7. Para ser o centro das atenções de alguém
8. Porque têm direito a ter um caso
9. Porque tiveram a oportunidade
10. Pela pressão dos colegas

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Livro

Afundo-me mais uma vez nas paixões do Caribe. Ando à procura da inspiração suprema, depois de um fantástico período dedicado ao ócio.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Desconectada

Apanho a molha da minha vida.
I'm trying hard o breathe.
Mimo também define «presente delicado, geralmente inesperado».
Would you hold me please?


terça-feira, 24 de novembro de 2009

Umas gargalhadas depois...

Passo uma semana a trabalhar numa espécie de bunker e adopto esta música para servir de banda sonora (também serve para verem como dançava num cubículo com ratos). Assim sim, torna-se imperdível ir ao concerto em Março, para me lembrar dos dias em que disse: «o meu corpo não aguenta nem mais uma gargalhada!»


Em jeito de recordação deixo:
- Tio Frank?
- Mónica?!

E já que hoje é terça... sonho com os dias de férias que estão quase quase quase aí!
Ámen!
P.S. - Sim, este post concorre com os dos blogues-diários! Critiquem-me.

T2 para um e meio: Um reino só para ele

No escuro da noite estico o braço. Não te toco. Sustenho a minha respiração. Não oiço a tua. Oito anos depois, incomoda-me a distância que a partir de hoje nos separa: duas portas e um corredor. E sei que vou adormecer com medo de não te ouvir chamar, se a solidão também te afligir:

Um: Mãe, posso dormir contigo às vezes, quando me sentir sozinho?
Meio: Sim, podes.
Ganhas confiança, sopras o reizinho que vive em ti.
Um: Mãe?
Meio: Sim...
Um: Se tenho um quarto só para mim, vais ter de passar a bater à porta quando quiseres entrar.
Respeito.
Meio: Está combinado.

Rogo-lhe em silêncio. «Não feches a porta muitas vezes. Dá-me saudades.»
Quando a hora chega, deitas-te por fim. Com as lágrimas a escorrer. Repreendo-te com mimo (o meu ou o teu?):

Meio: Não te quero ver a chorar por uma coisa destas!

Encosto a porta e deixo que o fenómeno se reproduza em mim. Solto uma lágrima ou duas.
Estamos os dois a crescer. Mas um dia destes, estaremos do tamanho do Mundo. Está prometido.

domingo, 22 de novembro de 2009

(Please) stay close to me

I'm back into this empty house. Now it's just me, myself and a bottle of a (great) red (red) wine. And the party begins.




Aqui por UB40.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Olhem lá para a data!

Hoje é dia de efemérides na minha vidinha. Devo uns Parabéns... e um Desculpa-me.

E ainda perguntam... (parte 2)

... porque me desmancho com o Fernando Alvim?

É o sentido de humor. E é, sobretudo, o sentido de amor. Este.

Nota: Pondero seriamente entrar em 2010 com a música que ele me quiser dar.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Unviable

A destemida morreu à porta. Sinto coisas na barriga e não são borboletas.
É medo.
Digo adeus.
- Olha, vou ali. Não volto.
E não volto.

=)


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

E ainda perguntam...

... porque gosto de dormir?

É o adormecer. O silêncio que se instala, no macio da cama. Entrecortado com os sons que, ao fim de 25 anos, me são familiares. De quando em quando, o do comboio, o dos carros, uma ou outra mota. As ideias que nascem. As palavras que se compõem em frases e, por fim, a semi-consciência.

São os sonhos. As caras estranhas que se misturam com as conhecidas numa espécie de polme fluído. Tudo faz sentido. O retorno aos lugares onde já fui. Mais ou menos feliz. Mas onde já fui. E os lugares desconhecidos, que reconhecerei mais tarde, um fenómeno que irei apelidar de déjà vu. O que se diz, o que se grita, o que se cala, o que só (ou nem sempre) se pensa. Vivido. Ali, entre lençóis.

E é o acordar. A volta à semi-consciência. Cada sentido de volta aos sentidos. A pele quente, os músculos preguiçosos. Tudo bem moldado em redor. O mundo lá fora que acabo de reconstruir. À minha vontade. Porque o que há lá fora, custa-me. Nunca será meu... como aquele que desenho todas as noites.

Nota: Hoje acordei a meio da noite em sobressalto. Espreitei pela janela. O mundo estava igual. Voltei para a cama. O sonho foi diferente.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Gosto

Gosto das coincidências da vida. Gosto, sobretudo, das coincidências deste Portugalzinho, sem que o «zinho» exprima qualquer ideia depreciativa mas sim, e somente, a ideia do seu tamanho reduzido. É esta sua característica que me permite reencontrar rostos pelos caminhos que percorro e, já de costas voltadas, seguir com um sorriso na cara.
Obrigada Portugal. Ou obrigada perturbações (constantes) na linha azul do metro, que me obrigam a reformular percursos.

Boas vibrações.


Porque as boas descobertas são para partilhar. E eu estou apaixonadíssima por esta.