Na realidade, nem como assim tantos. Mas na pressão de arranjar um nome (sim, não houve tempo para pensar que ia ter um blogue) foi este que me surgiu. Estúpido? 'Tou nem aí!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
(Sem título)
Olhou para as cinco letras que, à semelhança do que o X faz num mapa de tesouro, indicavam que era ali que te encontrava. Fixou-as no visor. Pela primeira vez, apeteceu-lhe carregar no verde. Telefonar-te.domingo, 7 de fevereiro de 2010
T2 para um e meio: o que tu queres é aparecer!
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
É quase um George Clooney
A minha dúvida existencial, após cinco dias a cruzar-me com um rapaz giríssimo junto da máquina de café do novo trabalho, é esta:Reunião
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Contas de somar
E a contar.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Black Taxis
Alguém lhe dê uns bagaços, por favor!
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Deus vos perdoe
Publicamente, admito:
Não sei porquê. Porque ele é mesmo bom. E giro. E sacana. Tudo a ver comigo, portanto! =)
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
As vidas que a volta dá
Naquele dia falámos. Referiste-te a ela como «namorada». Era a tua «namorada». Para lá, para cá. Estavam juntos, viviam juntos, parecias genuinamente feliz.Os pais são os maiores! Sexshop parte 2.
Quando o Um chega ao pé de mim e diz «Preciso urgentemente falar com o meu pai», eu sei que ele quer fazer alguma pergunta que acha que eu não sei responder.Pai - É uma loja que vende cuecas.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Cada vez mais solidária com o pudor americano
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Passa a outro e não ao mesmo
Tenho alguns problemas com a forma como se «cagam» músicas hoje em dia. É como a solidariedade massificada mas pontual.
Sim, não aguento mais apelos para ajudarem as vítimas do Haiti e dá-me nojo que tanta gente queira adoptar aqueles meninos e trazê-los para um mundo completamente desconhecido apenas para satisfazer as suas necessidades (pouco) altruístas. Como se terem ficado sem ninguém que conheçam não fosse uma provação suficiente. E garanto que, de altruísmo e solidariedade, até me posso orgulhar de perceber um pouco. Está-me no sangue - não fosse eu orgulhosamente aquariana - mas sobretudo na educação. Cresci a ouvir histórias de familiares que davam banho a mendigos, não esquecerei o dia em que a minha avó me disse: «água e comida não se recusam a ninguém!» e orgulho-me daquela ceia natalícia que a minha mãe patrocinou a uma aluna, para que o seu Natal fosse menos triste, ainda que isso representasse (verdadeiramente) um sacrifício ao orçamento familiar.
Mas pronto. Se se compõe músicas express, que sejam boas e por uma boa causa, embora lamente - e não é o caso, ou não fosse Bono a Madre Teresa de Calcutá da música - que só se lembrem de ajudar quando as coisas más acontecem.
Ajudar antes das tragédias evita grandes catástrofes. Registem isto.
Ajudem todos os dias. Mesmo quando não podem.


