quarta-feira, 14 de julho de 2010

Não digo mais nada

Quem é quem?

Quem é que hoje não vai dormir nada e já está com a birra antecipada?

terça-feira, 13 de julho de 2010

I can give it all on the first date
I don't have to exist outside this place
And dear know that I can change

(If you want me, Let me know)

Compram-se borlas!

Mayer Hawthorne no Meco? Cum caneco! Como é que eu só soube disto hoje? Alguém tem por aí um bilhetinho órfão?

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Hoje foi aqui

Estava era sol. Do bom.

Um rasgo de esperança - A inveja é uma coisa muito feia...

... mas a mulher que não fica verdinha a ver isto, não merece viver.
Aposto que Sara Carbonero também teve a sua dose de futebol até às cinco e meia da manhã na festa da Petrogal lá da sua terra. Tem esperança, amiguinha. Muita esperança. Ainda me vais pagar umas compras em Milão.

T2 para um e meio: coração minúsculo

... pequenino, pequenino!
As saudades que tenho de te ver saltar, de te dar um bom ralhete, uma palmada no rabo fofinho, dos teus braços à minha volta, de rebolarmos pela cama, de ter como música de fundo o canal panda, de fazer vozes parvas, das conversas sem nexo, de cantarmos «Maria clementiiina», de te ouvir reclamar porque tudo o que te mando fazer é uma seca - vai lavar os denteeeees! -, dos teus «amo-te» à hora menos esperada, de estar toda desgrenhada e garantires-me que sou a mulher mais linda do mundo e de perdermos muiiito tempo a ver quem gosta mais de quem: as mães dos filhos ou os filhos das mães.
Pequenino, pequenino: as saudades que tenho de ser mãe!

Trimmm, Triiiimmm

Meio - Macaquinhoooo, estou a morrer de saudades!
Um - Ó mãe, eu é que toue!

Quinze dias no Porto e ele já me fala à morcão. E ainda faltam mais quinze.

domingo, 11 de julho de 2010

Descanso


Quem é que passou o dia a dormir?

sábado, 10 de julho de 2010

Sugestão cultural #10: Optimus Alive

Não, não é um post repetido. É um segundo round, desta feita, à borla (a ver vamos se não inclui uma estadia no EP de Tires).

Objectivo da missão: Pearl Jam.

Rescaldo Alive dia 8

Eu não pago concertos para ver a quilómetros de distância e por um ecrã. É chato. Por isso, se achavam que não via - no mínimo - La Roux na fila da frente, enganavam-se. Eu já ia encantada e com o balanço dos The XX (maravilhoso espectáculo), por isso foi muito fácil empurrar umas meninas que quiseram comprar a luta. Isto do nosso primeiro concerto não ter sido no Festival Panda tem os seus frutos e, resistente como sou a moches, biqueiradas e todos os rituais que vivi nos concertos punk, lá dancei com a fascinante - giríssima - Elly Jackson ali, do lugar mais privilegiado que podia.
No fim, dei-me por contente pelo cancelamento dos concertos no Lux. Foram vezes de mais as que acabei escoltada até à porta pelo segurança (diz que a heterossexualidade é uma coisa feia, por lá), e o mais certo era nem ter conseguido ver os meninos da electropop até ao fim. 
Saí cansada mas fresquinha para ver o divertidíssimo concerto de Faith no More, deixando-vos um pequeno vislumbre do que se passou:



quarta-feira, 7 de julho de 2010

Agora balda-te outra vez

Estava prometido desde este dia.

(Sinto-me parvinha)

Sugestão cultural #9: Optimus Alive

Florence and The Machine, The XX e La Roux numa noite de reencontros? Mal me aguento!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Let's get it on?


Sou impaciente nas lides do amor. Se vou num primeiro encontro e volto desgostosa, é porque cheguei a casa sem um beijo. Se não me agarram com paixão, perco o interesse em menos tempo do que o rapaz diz «dorme bem». Não sofro de excesso de confiança mas, na verdade, não me lembro de me lamuriar às amigas: 
- Será que ele gosta de mim?
Se gosta, sei e pronto. Sinto, sou intuitiva. Conheço bem os sinais de interesse, por emissão e recepção. Não me faço de despercebida e, por isso, não perco grande tempo. A conquista demorada tende a aborrecer-me.
E gostava que não me atirassem, pelo desabafo, pedras inscritas com mania, modernice e sem valores. Que eu saiba, modernice é por definição uma moda que se adopta pela novidade. E se há coisa aqui que não é novidade, é eu ser assim. Passaram já muitos aninhos e outras tantas experiências (mais ou menos) românticas. Isto é um caso de puro old fashionism pessoal. Quanto à mania, sou toda vossa, abro os braços, e venham de lá essas calhaus que a minha cabeça está pronta. Não há mais nada que me deixe eufórica, exaltada, hiperactiva, agitada e cheia de insónias do que uma paixão repentina.
Se ando atordoada? Confirmo.
Tolinha? Assumo.
Assarapantada? Não nego.
Se estou apaixonada?
.. não sei.
É que ele vem com aquele jeitinho de fazer vénias, oferecer gelados, invadir o gabinete para não dizer me nada, chegar de mansinho e não me agarrar, só olhar... para além do corpo: para o sorriso, para a disposição. E eu perco o jeito, não sei se calo, se falo. Sei que coro, que desejo. O beijo. O-beijo.
E todo este cortejar dança-se a um ritmo novo para mim.

(e acho que também gosto)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Hoje sou uma melhor dietista...

... porque sei que fazer dieta é demasiado triste.

A minha hipertrigliceridemia levou a melhor: há cinco dias que não como doces. Sinto-me a ressacar.

Quero não fazer nada...

... o resto da vida.