Na realidade, nem como assim tantos. Mas na pressão de arranjar um nome (sim, não houve tempo para pensar que ia ter um blogue) foi este que me surgiu. Estúpido? 'Tou nem aí!
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
T2 para um e meio: E nem é dia da Mãe
Preparo-lhe o jantar: uma pizza e sumo. Nada nutricional, mas muito apreciado por ele. Para completar o desvario, trago o jantar à sala, onde ele está a ver o Sporting x Paços de Ferreira.
Meio - Toma! Só há esta, mas se ficares com fome faço-te outra coisa.
Um - Então e tu, mãe? Não comes?
Meio - Já como qualquer coisa.
Um - Oh mãe! - olha-me com um ar maternal. E sei que será difícil imaginá-lo num menino de nove anos mas, acreditem, ele conseguiu. - Toma. - Estende-me o prato - Come metade do meu jantar.
Derreto-me. Delicio-me. Digo-lhe que não é preciso, ele que coma tudo, que já vou fazer uma taça de cereais, mas que agora vou para o banho, porque estou cansada de andar de roda dos Gormiti e não perceber nada daquilo.
Vou para o banho.
(No banho)
Um - Mãe?
Meio - Sim...
Um - O botão que liga o microondas é o do lado direito?
Meio - Sim...
Sai disparado. Saio disparada. Encontro-o à porta da casa de banho com uma taça de cereais.
Derreto-me. Delicio-me. Dou-lhe mil beijinhos e agradeço a gentileza que teve comigo.
Um - Mãe...
Meio - Sim...
Um - Só aqueci 16 segundos. Ouvi-te a sair do banho e desliguei para comeres assim que acabasses.
Meio - Toma! Só há esta, mas se ficares com fome faço-te outra coisa.
Um - Então e tu, mãe? Não comes?
Meio - Já como qualquer coisa.
Um - Oh mãe! - olha-me com um ar maternal. E sei que será difícil imaginá-lo num menino de nove anos mas, acreditem, ele conseguiu. - Toma. - Estende-me o prato - Come metade do meu jantar.
Derreto-me. Delicio-me. Digo-lhe que não é preciso, ele que coma tudo, que já vou fazer uma taça de cereais, mas que agora vou para o banho, porque estou cansada de andar de roda dos Gormiti e não perceber nada daquilo.
Vou para o banho.
(No banho)
Um - Mãe?
Meio - Sim...
Um - O botão que liga o microondas é o do lado direito?
Meio - Sim...
Sai disparado. Saio disparada. Encontro-o à porta da casa de banho com uma taça de cereais.
Derreto-me. Delicio-me. Dou-lhe mil beijinhos e agradeço a gentileza que teve comigo.
Um - Mãe...
Meio - Sim...
Um - Só aqueci 16 segundos. Ouvi-te a sair do banho e desliguei para comeres assim que acabasses.
Estava assim uma coisa morninha a dar para o gelada. Mas foi a melhor taça de cereais que já comi, podem crer. Quando é que foi que o meu filho se tornou num homemzinho? É que ninguém me avisou...
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Estes olhos não são património, estas pernas não são património...
E vai-se lá entender porquê! Há lá coisa mai linda!
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Sem norte
Voltados para Sul, fazes-me rir. Despidos de pressas, caminhamos por aí. O ar frio ganha temperatura no teu amor quente. Aproximas-te. Com uma mão, atordoas-me. Com as duas, seguras-me. Um beijo e tudo fica menos claro para mim. Fico só com uma certeza a atrapalhar-me o espírito: a de que era capaz de me perder de amores por ti. Se ao menos pudesse.
(E no escuro, com o calor nas palmas das mãos, perderam-se a questionar o mundo. Não chegaram a conclusões que os satisfizessem. São insaciáveis.)
T2 para um e meio: uma questão de género
Um - As raparigas não servem para jogar à bola.
Meio - O quê? Porque é que dizes isso?
Um - Oh, porque não sabem correr - põe-se a imitar uma rapariga a correr- E na televisão são os homens que jogam futebol.
Meio - Ai sim? Então, já que estás cheio de preconceitos, conta lá para que servem as raparigas?
Um - Só servem para uma coisa, mãe...
Medo.
Meio - Sim?
Um - Uma coisinha só! - exclama com ar de quem me vai fazer a revelação do século.
Pausa. Mais medo.
Um - Para comerem o armário inteiro e ficarem gordas!
(Vou ali digerir tanto machismo, já volto. Ah. E não sou gorda. Nem ataco armários.)
Ah, pois é.
Andei meia hora para isto. Mas não só. Aparentemente, foi também para conhecer uma brasileira que gentilmente pediu para se sentar na minha mesa. Anda a viajar sozinha. E depois de Lisboa e Porto, parte 5 dias para Roma. Como eu. Há coincidências do catano, não há? Se todo o mundo fosse como os brasileiros, desconfio que a vida era bem mais engraçada. Que bate papo gostoso! Vou ali trabalhar com um sorriso, já volto.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
E já que estamos numa de falar nos meus anos...(II)
... e se calhar nem estamos, mas eu torno-me num ser altamente irritante quando estou prestes a fazer anos...
... que tal um bom livro? É que isto das editoras andarem fechadas para balanço está a deixar-me de ressaca.
... ou então um abraço. Há tanta gente que me apetecia abraçar! Sem cenas. Só um abraço.
... que tal um bom livro? É que isto das editoras andarem fechadas para balanço está a deixar-me de ressaca.
... ou então um abraço. Há tanta gente que me apetecia abraçar! Sem cenas. Só um abraço.
Ma claro!!!
Mi fido di te! Mi fido di te! Mi fido di te! O filme de que não me lembrava o nome. Mi fido di te!!!
Como é que eu me foi esquecer?! É o nome de uma das minhas músicas preferidas, de Jovanotti. E uma das frases com que, em tempos, me romantizaram os ouvidos. Embora - e ainda hoje me chicoteio por isso - mais tarde se tenha comprovado que não fui merecedora de tal confiança.
Eu juro que nem ia martelar na tecla «Roma»
... só que estava aqui tranquilamente a viajar no YouTube e, ironia da vida, cruzei-me inesperadamente - e juro que foi mesmo uma coincidência feliz - com uma música que me emocionou durante muito tempo. Banda sonora da minha viagem a Milão e de um filme que cheguei a ver mas que, lamentavelmente, me esqueci do nome. E fiquei ansiosa. Ansiosa para me perder a comprar música, livros e dvd's em Roma. Vou comprar uma parafernália tão grande, mas tão grande, que vou pagar pela bagagem extra. Dane-se!
E já nem falo da pena de morte...
Eu sei que se fizessem mal a alguém que eu amo, eu exigiria a prisão perpétua. Aliás, nem merecia a pena, porque era menina para me desgraçar numa vingança e pronto, ficava o assunto arrumado e a justiça feita.
Mas racionalmente - que é assim que se fazem leis e se fazem cumprir leis - isso de colocar alguém na prisão para sempre... caramba (!)... não é exagero? Não é contra a premissa de que a prisão é um local de reabilitação? Que somos reabilitáveis? Não devia ser proibido, no mundo inteiro?
É que uma pessoa normal vai a Nova Iorque e vê-se na posição de matar alguém - obviamente, no caso que me leva a escrever sobre isto, sem razão e sem desculpas - e zás, toma lá que já foste! No second chances. Acho assustador. Desculpem lá, mas acho.
(Ah, e é bom que o mocito tenha visto vários filmes passados em prisões. É que se já não é gay, não sei não... talvez seja melhor voltar a ser.)
sábado, 8 de janeiro de 2011
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