sábado, 22 de janeiro de 2011

Vamos estudar a lição?

(Estou com febre, o que é que estavam à espera? Ponham no máximo, perdoem a falta de acentos e notem a parte a bold)




se quiseres homem casado pensa duas vezes.
vai te mentir anos e meses.
vai dizer que a mulher o vai deixar... mas esta só a
te aldrabar...

e diz que dorme no sofá...mentira!
que é compromisso de família...mentira!
que e por causa só dos filhos que não pode sair de
casa porque existe uma conveniência.

porque aldrabarem minha mana que com homem casado não
vais a lado nenhum nenhum...
se for esperar por ele, deitar na tua cama não vai
aparecer.

já te avisei minha mana, se você anda com homem casado
vai ser assim...
Na rua... não da pra se abraçar
na disco...não da pra se roçar
senão... mulher vai saber, e é problema que vamos
ter...

pra se ver... tem que se esconder
relaçao...ninguém pode saber
as mensagens tem que apagar
e a noite tens hora pra ligar

homem casado não da, não se albrada minha irma
homem casado não da,não da,não da,não da,não da,não
da.

se vires cobra e homem casado,bate nele ele é mais
perigoso!

Se quiseres mulher casada pensa três vezes!
vai te mentir em anos e meses.
vai dizer que as coisas vão mudar, mas tá só a te
enrolar.

e diz que não pode sempre falar...mentira!
que tá dormindo na empresa...mentira!
e que vive infeliz no lar, que e só uma questão de
tempo, e que as coisas vão mudar, tá te aldrabar.

pra que se aldrabarem irmão, com mulher casada não
vais a lado nenhum, nenhum.
se fores esperar por ela deita na tua cama ela não
vai...

na disco...não da pra se abraçar!
na rua...não da pra se roçar
senão marido vai saber e é problema que vamos ter.
pra se ver...tem que se esconder!

relação...ninguém pode saber!
as mensagens tens que apagar
e a noite tens hora para ligar
mulher casada não da

não da
não da
não da
não da
não da

mulher casada não da
se vires a cobra e a mulher casada, bate nela e mais
perigosa!

mulher casada não dá(x3)

se vires a cobra e a mulher casada, bate nela ela e
mais perigosa!

e verdade e o seguinte
a biblia diz adao e eva
não diz adao eva e o joao
ou a eva adao e joao
cada um e com cada um
quem casou casou

não vale a pena tarmos a vir aqui se aldrabar
e se misturar
vamos embora

(homem casado não da)

homem casado e homem casado com sua parceira
(mulher casada não da)
mulher casada com seu parceiro
(homem casado não da)
misturas aqui não, Deus não gosta.

vamos embora
mulher casada não da

não da
não da
não da
não da
não da

homem casado não da
mulher casada não da
não da
não da
mulher casada não da
homem casado não da
homem casado não da
mulher casada não da
homem casado não da

oh acabou...já

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Vícios

Mais um. Este. E descobri que há um mundo de gente com esta paixão: a de colar pedaços que alguém, propositadamente, desfez.

E falou quem sabe.

Gonçalo Cadilhe disse hoje, na Prova Oral, que devemos viajar sozinhos. E, no meu carro, sorri. Como eu o entendo.

O embrulho

Endereçou o embrulho mas, ao invés de entregá-lo no balcão dos correios, segurou-o junto do peito. Só as mãos tremiam, num medo que tudo o resto paralisava. Que fazia, afinal? Que pretendia com aquilo, ao deixar o embrulho voar dois mil quilómetros de distância para chegar às mãos dele?
Não reacender um amor. Não, impensável. Não abalar corações. Estão duros os pedaços que dele restaram. Não mexer em feridas. Foram lambidas. Ou cuspidas.
O embrulho: queria apenas dizer que, quando pensa nele, já não o odeia tanto. Que o passado não dói mais. Que, por isso, pode recordá-lo. E que o fez, ali. Entre falas estridentemente cantadas e peles mornas. E que, quando o fez, voltou a sentir o cheiro dele. E todo o amor que isso lhe provocava.
A dois mil quilómetros de distância. Também a muito mais distância do que isso.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

E é o que acontece,



quando o que importa é ter uma cara bonita e zero gramas de cérebro.

Agarrem-me, que eu vou-me a ele!!!

Ryan Kwanten, ou o meu vício de True Blood.

Mesmo todoooos os sentidos.

A culpa é dela.

Em Sintra

A estimular os sentidos.

domingo, 16 de janeiro de 2011

A medida de uma alma é a dimensão do seu desejo.

 Gustave Flaubert.

sábado, 15 de janeiro de 2011

T2 para um e meio: E nem é dia da Mãe

Preparo-lhe o jantar: uma pizza e sumo. Nada nutricional, mas muito apreciado por ele. Para completar o desvario, trago o jantar à sala, onde ele está a ver o Sporting x Paços de Ferreira.

Meio - Toma! Só há esta, mas se ficares com fome faço-te outra coisa.
Um - Então e tu, mãe? Não comes?
Meio - Já como qualquer coisa.
Um - Oh mãe! - olha-me com um ar maternal. E sei que será difícil imaginá-lo num menino de nove anos mas, acreditem, ele conseguiu. - Toma. - Estende-me o prato - Come metade do meu jantar.
Derreto-me. Delicio-me. Digo-lhe que não é preciso, ele que coma tudo, que já vou fazer uma taça de cereais, mas que agora vou para o banho, porque estou cansada de andar de roda dos Gormiti e não perceber nada daquilo.
Vou para o banho.

(No banho)
Um - Mãe?
Meio - Sim...
Um - O botão que liga o microondas é o do lado direito?
Meio - Sim...
Sai disparado. Saio disparada. Encontro-o à porta da casa de banho com uma taça de cereais.
Derreto-me. Delicio-me. Dou-lhe mil beijinhos e agradeço a gentileza que teve comigo.
Um - Mãe...
Meio - Sim...
Um - Só aqueci 16 segundos. Ouvi-te a sair do banho e desliguei para comeres assim que acabasses.
Estava assim uma coisa morninha a dar para o gelada. Mas foi a melhor taça de cereais que já comi, podem crer. Quando é que foi que o meu filho se tornou num homemzinho? É que ninguém me avisou...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Sem norte

Voltados para Sul, fazes-me rir. Despidos de pressas, caminhamos por aí. O ar frio ganha temperatura no teu amor quente. Aproximas-te. Com uma mão, atordoas-me. Com as duas, seguras-me. Um beijo e tudo fica menos claro para mim. Fico só com uma certeza a atrapalhar-me o espírito: a de que era capaz de me perder de amores por ti. Se ao menos pudesse.

(E no escuro, com o calor nas palmas das mãos, perderam-se a questionar o mundo. Não chegaram a conclusões que os satisfizessem. São insaciáveis.)

T2 para um e meio: uma questão de género

Um - As raparigas não servem para jogar à bola.
Meio - O quê? Porque é que dizes isso?
Um - Oh, porque não sabem correr - põe-se a imitar uma rapariga a correr- E na televisão são os homens que jogam futebol.
Meio - Ai sim? Então, já que estás cheio de preconceitos, conta lá para que servem as raparigas?
Um - Só servem para uma coisa, mãe...
Medo.
Meio - Sim?
Um - Uma coisinha só! - exclama com ar de quem me vai fazer a revelação do século.
Pausa. Mais medo.
Um - Para comerem o armário inteiro e ficarem gordas!

(Vou ali digerir tanto machismo, já volto. Ah. E não sou gorda. Nem ataco armários.)

Ah, pois é.

Andei meia hora para isto. Mas não só. Aparentemente, foi também para conhecer uma brasileira que gentilmente pediu para se sentar na minha mesa. Anda a viajar sozinha. E depois de Lisboa e Porto, parte 5 dias para Roma. Como eu. Há coincidências do catano, não há? Se todo o mundo fosse como os brasileiros, desconfio que a vida era bem mais engraçada. Que bate papo gostoso! Vou ali trabalhar com um sorriso, já volto.