domingo, 6 de fevereiro de 2011

Noves fora, nada.

Eles definiam-se com um copo de vinho e um quarto de hotel. Como tolos, pareciam equilibrar-se nesse vazio. Mas um dia ouviram a mesma música e deixaram-se ficar na praia, até o sol se pôr. O que veio depois, também não estava nos planos. 


Impenetrabilidade:

«Dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço, ao mesmo tempo.»

Ai não, Arquímedes? Eu consigo imaginar uma maneira de isso acontecer...  

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

É isto

Quais são as probabilidades?

De ires ao centro de saúde e a tua médica estar com um estagiário giro que se farta?
Pelos vistos, muitas.

A considerar, uma pequena lista de «not to do things», que partilho depois de ter aprendido com os meus próprios erros:
1- Vestires o polo da Quechua, por mais quente que precises de ir.
2- Deixares os caracóis versão wild, por menos que te apeteça pensar no cabelo.
3- Lavares a cara com sabão e está a andar.
4- Levares aspecto de quem anda com febres há dias, mesmo que andes com febres há dias.
5- Teres na mão um pequeno lencinho onde guardas o ranho.

Depois, controlem-se. Quando ele vos enfia a espátula pela boca a dentro e diz:
- Faz «Ahhhh».
Ou pega no estetoscópio e se sai com um:
- Tira a camisola e respira fundo.
Garanto-vos: ele só está a seguir os procedimentos básicos da medicina familiar e não a fazer-vos propostas indecentes. Ai, mente mais distorcida, a minha.

Conclusão: aquele estagiário nunca será meu. A única coisa que me consola é que eu tinha o meu melhor soutien vestido.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Hoje é o dia

Eu até podia dizer que hoje é um mau dia: estou com gripe e desde segunda que não me levanto da cama, tal é a febre. Mas não é. Não é, porque é o meu aniversário. E eu adoro o meu aniversário!
27. Já são 27.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Confissões, ou o amor é uma coisa bonita

Desde que vi um documentário sobre ela, ando a ouvir Pink mais do que gostaria de admitir (Sim, deixou de ser exclusiva das aulas de Body Combat).
Cheguei à conclusão que só apreciamos as coisas quando lhe percebemos uma essência. Até lá, somos meros curiosos. E só porque hoje estou super renhonhó, ponho aqui a música com que ela reconquistou o marido, praí pela milionésima vez. O amor, em geral, é bonito. Já o amor das mulheres é particularmente confuso: faz-se uma música a dizer ah, e tal, não preciso de ti para nada com o propósito de se a coisa se der vamos ali para o camarim e renovamos os votos, sim? (o marido é o que faz o vídeo). Tsc, Tsc, a mulher que nunca fez isto, venha daí, atire a primeira pedra. Que é como quem diz, comentário.




T2 para um e meio: no sentido literal

Meio - A prima que visitámos a semana passada perdeu o bebé. É triste...
Um - Como assim?
Meio - Perdeu-o. O bebé morreu na barriga dela...
Um - Ah. Pensei que se tivesse esquecido dele na casa de banho, ou assim.

E pronto. Na adversidade, ele faz-me sempre rir. Mas, realmente, que raio de expressão é esta: «perder um bebé»? Parece que foi por descuido ou assim. Como quem perde a carteira ou as chaves de casa.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Wooww!!!!!!


(é favor carregar no link)

@thesartorialist.com



(já não leram até aqui, pois não, suas malandras? ficaram-se pelo link? Ok. Eu entendo. Ide, ide lá.)

160 caracteres: Porque é que gosto de ti?

Ele  - (...) Tás boa?
Eu - Com febre:(
Ele - Então ainda? Tás a tomar alguma coisa?

E pronto. Ele é um amigo assim. Sempre alerta.

No sabes cuanto tiempo persigo este momento

Ando a fazer contas às horas. Às horas que vives. E às horas que faltam.

Se ao menos faltassem menos horas, cantava-te assim:

7 horas, 7 horas, sólo me faltan pa verte 
7 horas, 7 horas sólo me faltan pa cogerte

domingo, 23 de janeiro de 2011

Adoro quando inchas o peito e me mostras os teus músculos. Como se de um acaso se tratasse, eles estarem firmes; e fosse eu que te estivesse a espreitar sem autorização, fascinada com tamanha beleza.  Faz-me querer voltar a amar-te. Vezes e vezes sem fim.