terça-feira, 8 de março de 2011

A verdade é esta:

Eu não gosto do Carnaval, mas todas as desculpas são boas para ter uns dias de tamanha folia! Agora, é recuperar dos danos.

quinta-feira, 3 de março de 2011

E a Adele canta por mim.



Que já se me esgotaram as forças.
Era isto que eu queria dizer e não consigo por mim.

The scars of your love remind me of us,
They keep me thinking that we almost had it all,
The scars of your love, they leave me breathless,
I can't help feeling,

We could have had it all,
Rolling in the deep,
You had my heart inside of your hands,
And you played it to the beat,

A Nelly resolve.



Estava a precisar de choramingar. Uma lágrima só. São muitas memórias.

É qualquer coisa do género.



Falta-me jeito para me exprimir, está tudo engatado no peito.

Ando desaparecida, eu sei.

Sei eu. Sabem vocês. Sabe o meu gato. E sabe o meu vizinho do lado:

- Oh, Vizinha, até que enfim que a apanho.

Raispartam as minhas novas funções de administradora da chafarica. Olha agora, hein!? Odeio controles.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Girl's talk

Menina 1 - Faz-me confusão, pronto. Ir assim para a cama com alguém que não conheça, que não seja amigo... 
Menina 2 - ... a mim faz-me confusão termos ido para a cama e depois não ficarmos amigos.

(Uma falando de sexo ocasional, outra respondendo sobre amizade com ex's, é a típica prova de que fazemos e falamos várias coisas ao mesmo tempo. Conversas de meninas são caóticas, cheias de subterfúgios, de segundos significados, um Mikado autêntico... i've been there, done that!) 



quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Os mortos não sonham. Nem choram.
Os mortos também não vivem.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

... e vão quatro.

Noites sem dormir.
Não sei se continuo viva por muito mais tempo, mas amanhã logo dou de mim.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Momento Nicola (ou quando a nica se me cola)

Há dias que não deviam nascer.

(Todos juntos: Hoje é o dia.)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

É com muito pesar que anuncio:

Que aos 27 anos já não consigo deitar-me às 4 da manhã e cumprir obrigações profissionais no dia seguinte. Estou, para que conste, em coma.
Mas foi o dia dos namorados mais divertido de que há memória. Tanto nos rimos. Tanto.

(E nunca mais são horas de me ir embora? Porra!)

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Não fui

Às vezes parece que foste um acidente na minha vida. Daqueles que deixam estragos para sempre. Dos que te marcam, dos que te queimam. Dos que te partem em dois e te impedem de manter em pé. Dos que te fazem acordar a meio da noite, aos gritos, porque estás a reviver tudo: as guinadas, os travões, o embate (os beijos, o conforto, o amor). O choro (o choro).
Não consigo. Não sou capaz de fazê-lo de novo. Fico com suores. Começo a tremer. Sinto-me perder as forças. Vejo que me abrem a porta, garantem-me segurança. O cinto prende-me. Pergunto-lhe:
- Vais devagar?
- Vou devagar.
- Prometes.
- Prometido. Sem auto-estradas.
O estômago revolve-se-me. Ainda nem arrancámos e eu já desisti.

(Eu queria ter feito essa viagem. Seríamos nós, por umas horas. Seríamos bons, por um momento.)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

T2 para um e meio: e o burro sou eu?

A empregada da escola do Um, na qual ele anda há seis anos, entrega-me uma carta, pede-me para assinar um papel em como levei a carta e sai-se com esta:
- Depois entregue à mãe ou ao pai, se faz favor.
O quê?! Foda-se. Respira fundo.
- A mãe (pausa) sou eu (pausa).
- Ahhhh. Desculpe lá. Pensei que fosse tia... ou irmã.
Atenção, vem lá um momento de indignação:
A sério, seis anos depois? Eu sei que eu e o Um temos pouca diferença de idade. Mas seis anos a ir buscá-lo à escola? A chamá-lo filho e a ser chamada de mãe? Oh, Deus. Andarei a brincar aos bonecos há nove anos e ninguém me avisou? Posso pedir o reembolso da mensalidade da escola? Pronto. Já está.