segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Sempre duvidei da ciência...

Uma noite no teu colo fez o que dois calmantes e duas colheres de atarax não conseguiram: pôr-me a dormir.

Uma pequena reflexão:

Tenho a certeza que, se contasse a amigos e familiares, que um namorado qualquer me tinha insultado, todos, sem excepção, me incentivavam a saltar fora. Como foi uma chefe, todos dizem para aguentar.
Ora bem, reflectindo um pouco, não é só um homem e uma mulher que são uma relação. Uma pessoa e o trabalho também. E a minha relação laboral, neste momento, está em modo «violência doméstica».
Este país está de pernas para o ar. O pior, é que os valores morais afundam-se com eles. As más pessoas alimentam-se disso. E gostam. E contribuem para um Portugal cada vez mais crítico. E eu cá ando, igual aos outros: por uns míseros trocos, não mando a minha chefe pró c*****. Porque sem trocos é que seria pior (será?). Até um dia. Porque ninguém é de ferro. E eu, muito menos.
Posto isto, vou trabalhar. Deprimida. Mas vou trabalhar.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

E de repente pergunto-me...

... como é que vou aguentar um mês sem te ver?

Só para esclarecer:

Eu disse que tinha dificuldades de vinculação. Eu sei. Eu disse. Mas uma semana e meia - e preciso repetir? - sem ti é coisa para o meu coração criopreservado não aguentar. Dá-me os calores. E vem-me a saudade. Ataca-me a letargia, a vontade de fazer nada senão lamentar a falta que me fazes. Ficar debaixo dos lençóis a choramingar, ouvir músicas sobre corações partidos e fazer uma birra descomunal. Beber uma garrafa inteirinha de Porto e cair para o lado. Cair para o lado. Até abrir os olhos e ver-te junto de mim.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Vou dedicar-me

"A palavra torna-se berço para aprendermos a espontaneidade do dizer."

Joseph Sayegh

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Loops inside my head

«Estou com tudo a flutuar no rio, esperando a resposta a que chamo de amor»

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Sei que mudei...


... quando regresso ao Body Combat (três anos volvidos) e sinto o coração mais mole do que o meu rabiosque. Ora vejamos:
Não tenho ninguém, absolutamente ninguém (e olhem que tentei encontrar alguém), para pensar em pontapear, esmagar ou socar durante uma hora. 
Pior.
Estou essa hora a pensar que tenho de pôr na mala uma bisnaga de Bepanthene Plus porque o senhor que me dá miminhos se estragou todo no trabalho, e está cheínho de feridas e arranhadelas. E eu acho isso super sexy e másculo. E daqui nada vamos brincar ao Carnaval. E nunca me disfarçei de enfermeira. Embora também me pudesse disfarçar de boxeur. Tenho dito.
Feliz Carnaval!!!

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Veio-me à idéia...

"Nunca se é homem enquanto se não encontra alguma coisa pela qual se estaria disposto a morrer"

Jean Paul Sartre

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Há qualquer coisa no ar. E não se chama paranóia.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Sorrisos de meia-noite a meia-noite!

Foi a última vez que fiz anos «vinte...». E para a despedida da década, tive um aniversário absolutamente fantástico, com direito a tudo e (quase) todos!
Obrigada. Muito obrigada!

sábado, 2 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Alguém sabe como?

Eu nunca fui uma grande crente naquilo que foge aos meus olhos, mas de vez em quando rendo-me. E pronto. Está na hora. Com tanto azar, preciso de fazer uma limpeza espiritual. Sai inveja, sai!