sexta-feira, 28 de junho de 2013

Coisas que eu vou aprendendo:

Há um ligeiro problema quando andas com um rapaz que trabalha de noite.
O «chego a casa cedo», nunca acontece antes das três e tal da manhã.
E a dorminhoca sou eu?!

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Pequenez com pequenez se paga:

Senhora: Os meus filhos são mais pretos do que tu.
Eu: Ai sim? Engraçado. O meu filho tem mais dentes do que tu.

Odeio reparos gratuitos, cheios de «boas intenções» à cor, etnia, origem e religião das pessoas. Causa-me urticária. Pronto. Discriminação mascarada, eita!

terça-feira, 25 de junho de 2013

Who do we think we are?

"And I'm no afraid to fly
Here we are, in the air, barely breathing,
And we're not afraid to die"

http://www.youtube.com/watch?v=qsYrpNHQ6hg&feature=youtube_gdata_player

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Sabes porque gosto?

Porque vou agarrada a ti. E porque, se fecho os olhos, vou agarrada a ti, e a voar.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Because I'm no ordinary fan

Joãozinho, me aguarde na vip!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Sempre que compro um manjerico...

... lembro-me desta menina: http://le-laissez-faire.blogspot.pt/
Porque, em tempos, conseguiu afogar um.

terça-feira, 4 de junho de 2013

As coisas que eu descubro:

Há uma africaninha em mim.
Pronto. Isto tem mais piada para quem me conhece, mas enfim.
Na primeira aula de ritmos africanos, fico fascinada e descubro que a minha anca afinal não é movida a álcool. Gosto de dançar aquilo. Mais... tenho jeito! (Quem diria?!) E também descobri um par super nhami. Ou então são aqueles ritmos quentes combinados com a falta que o rapaz que anda pelas holandas me faz.
Por isso, combinamos assim: se voltares até à próxima terça-feira, aquando a próxima aula, prometo portar-me bem e dançar só contigo e em privado (e sim, é pura chantagem). Caso contrário... volta, ok?

sábado, 1 de junho de 2013

You know what they say (parte II):

Azar ao jogo...
... e talvez, só talvez, o homem que me provoca arritmias não esteja a passear em red light district.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Canta só mais uma vez por mim, Yael:

«I'm a young soul in this very strange world
Hoping I could learn a bit about what is true and fake.
But why all this hate?
Try to communicate
Finding trust and love is not always easy to make»

(Yael Naim, Young soul)


segunda-feira, 27 de maio de 2013

Não consigo evitar a nostalgia. Olho as vinhas e, enquanto canta o Legend, deixo-me ficar no muro, perdida das ideias. Perdida do coração. Não sei bem o que pensar: se esta casa vai fazer parte da nossa história ou se, pelo contrário, nos vai tornar em história. Fazes os planos, contas-me onde plantarás o quê. Engulo o medo e a insegurança. Sinto-lhe o sabor. Conheço-o bem. É amargo. Faço caretas. Talvez do esforço que faço para comer o choro, aquele que sei que seria compulsivo se não estivesses aqui. Assim, do nada, esqueço as gargalhadas da noite anterior. São ecos distantes, como se a distância já estivesse instalada. Tenho medo, e se eu não fosse eu, dizia-to.
Apetecia-me tentar. De resto, ando a fazer um esforço para deixar de ser aquela. Vens abraçar-me e quase consigo, mas o «adoro-te» que te quero sussurrar fica suspenso na amargura, a tal que me arranha a garganta. O medo. E se to digo em vão? Ou se não me adoras de volta? Se não me adoras de todo?! Apetecia-me tentar. Estar contigo, sem as minhas merdas. Sem jogos. Ser forte para levar a chapada na cara, se assim tiver de ser. E continuo a fazer um esforço para deixar de ser aquela, mas desculpa. Ainda dei poucos passos. Sorrio-te. E se não te dou muito mais do que isso, sabe que esse sorriso foi um «adoro-te» preso na garganta.
Vamos andar de bicicleta. Traças a próxima volta. Em breve. Pensas sempre à frente: subiremos ali, desceremos acolá. Estou assustada. Pedalo com força e dói-me a cabeça. Largo-me, sem travões numa descida. Sou assim: livre. Sei voar. Sou ar, lembras-te?  Levanto o corpo e sinto a velocidade em mim. O vento frio da serra e o calor do esforço. Nada é coerente. Estou confusa. Volto-me e vejo-te lá atrás. Espero por ti. Metáforas. Já não me apetece ir a lado nenhum sem ti, mesmo que tenha de aprender a esperar por ti. Mesmo que isso me tire a liberdade de sentir a liberdade de andar sem travões. Sorrio-te. (É mais um adoro-te). Há uma montanha de tempo que não queria alguém assim. Mas até sabe bem querer-te assim.  Adoro-te. E um dia, talvez o saibas pela minha boca. Aquela que beijas quando me alcanças. Anda, vamos pedalar. Continuaremos devagar. Não há pressas. Chegaremos ao nosso destino, seja ele qual for.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Onde fica, afinal, a minha casa?


Estou a olhar para uma poça de água na praia e a lembrar-me da sensação do mar a escorrer-me pela cabeça abaixo, percorrendo-me o metro e meio de corpo que eventualmente nem tinha. Foi há muitos anos, mas aquela cascata fria e o sal na boca nunca me abandonaram. Também nunca partiu o cheiro a iodo, que aqui reencontro. 
Era bom ser criança. Ter tanto, e na verdade, tão pouco, em que pensar. Sentir-me viva, só porque a água me gelava, e os dentes batiam. E outra vez viva quando o sol, uma toalha enrolada no metro e meio de corpo que continuo sem saber se tinha, e um pacote de Nesquick me voltavam a aquecer. 
Ouvi algures, que nesses anos, nos primeiros, nos desenvolvemos a uma velocidade incrível e que, caso assim continuassemos, seríamos o nosso maior inimigo, morrendo depressa demais. É por isso que tudo em nós abranda, segundo a ciência, numa tentativa de, pés juntos, fincados na areia, fazermos birra com a vida para não partimos cedo demais. Como quando pequenos, tentando adiar o regresso a casa, depois de um dia de praia. O sol põe-se. Aqui e lá, na recordação. É  inevitável o regresso a casa. E o que me ocorre é: e se a vida, esta que temos, é apenas umas férias de verão?

segunda-feira, 20 de maio de 2013

sábado, 18 de maio de 2013

You know what they say:

Azar ao jogo...
... hoje é finalmente o dia de apertar com toda a força o homem que me provoca arritmias!