Às vezes sentes-te o Mundo, noutras sabes que estás no Mundo. Às vezes o chão foge e noutras, o chão é um prolongamento do teu corpo. Pensas que não pensas e não pensas no que pensas… mas pensas. Não vês o caminho ou és o caminho. Andas, viajas e sonhas. E voltas ao mundo… e sentes-te no Mundo. Estás no Mundo. Cheia de tudo e cheia de nada. Corres e travas ou páras e agitas-te com impaciência. Vais e voltas: palmilhas o corredor umas boas dezenas de vezes. Vês que a vida é aqui, é ali, é onde quiseres. E lembras-te, “tenho de parar com as filosofias”. A vida é hoje, mas deitas-te - até amanhã.Na realidade, nem como assim tantos. Mas na pressão de arranjar um nome (sim, não houve tempo para pensar que ia ter um blogue) foi este que me surgiu. Estúpido? 'Tou nem aí!
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
O concubinato de Deus
Às vezes sentes-te o Mundo, noutras sabes que estás no Mundo. Às vezes o chão foge e noutras, o chão é um prolongamento do teu corpo. Pensas que não pensas e não pensas no que pensas… mas pensas. Não vês o caminho ou és o caminho. Andas, viajas e sonhas. E voltas ao mundo… e sentes-te no Mundo. Estás no Mundo. Cheia de tudo e cheia de nada. Corres e travas ou páras e agitas-te com impaciência. Vais e voltas: palmilhas o corredor umas boas dezenas de vezes. Vês que a vida é aqui, é ali, é onde quiseres. E lembras-te, “tenho de parar com as filosofias”. A vida é hoje, mas deitas-te - até amanhã.
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