segunda-feira, 13 de maio de 2013

Tento não pensar muito nisso mas...

Nem acredito que hoje já posso dizer que é amanhã.

sábado, 11 de maio de 2013

Metáforas da vida

Hoje chorei pelo Benfica. Acho que é a história da vida: às vezes está tudo bem, fazes tudo bem, esforças-te, dás-te, suas... e depois escorregas. E mais nada importa. Nada importa.
Assustador.
E quem me dera daqui a uma semana estar a postar sobre a justiça do mundo.
Benfica, prometo não deixar de pagar as quotas!

sexta-feira, 10 de maio de 2013

E lembro-me que, em tempos, te disse que adorava aeroportos.

Sorrisos. Mil sorrisos. Chegam-me notícias de um regresso antecipado. Se o meu coração já não sabia que ritmo tomar, agora perdeu-se de vez. De felicidade. Porque para mais breve está a continuação daquele abraço que em tempos se desfez, lá no sítio onde os aviões teimam em partir corações.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Yep!

Está calor e a malta precisa de descontrair. Vamos lá dançar e cantar, então!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

É o chamado casamento perfeito.

Eu adoro o Tiago e a capacidade de expressão escrita da inquietude do António.

Aqui: http://www.youtube.com/watch?v=0J9z9kC6B4s&feature=youtube_gdata_player

(Sorry, no pc, no beautiful links!)

God!

Odeio o dinheiro que o estado me come. Só me apetecece não trabalhar! Pronto.

domingo, 5 de maio de 2013

Trivialidades que me fazem sorrir:

É dia da mãe em Portugal.
É dia da mãe na Holanda.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Mas porque é que sempre planeio férias acabo a ver os preços da viagem para Roma? Ai cidade maldita, país malvado, que não me sais do coração! Tenho a certeza, certezinha que noutra vida fui italiana. Só pode! Ou então os quilos de saliva que já troquei com aquela malta tem um vírus qualquer. Não descarto hipóteses. Mas cheira-me que em breve volto.

(Ai jasus que este blogue é um blogue familiar. Sim, porque se julgam que a minha mãe não lê isto estão bem enganados! ;) ]

Trivialidades que me lixam:

É sexta-feira à noite em Portugal.
É sexta-feira à noite na Holanda.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Reflectindo:

Eu quero acreditar que há qualquer coisa de artístico em mim. Qualquer coisa, vá. Um centímetro quadrado do meu corpo, que seja. Um quilinho dos meus cinquenta e quatro. Porque sim. Porque apesar do meu lado científico - estudado - e racional - herdado, sinto-me etérea, deslocada, tresloucada, ainda que presa a qualquer coisa. Ou que me falta qualquer coisa.
Não sei bem o porquê desta introdução, nem tampouco sei como me desenrascar para fazer a ligação entre o parágrafo anterior e aquilo que, hoje, me apetece partilhar com vocês. Por isso aqui vai: nu e cru.
Apetece-me ir para a próxima aula de dança com uns copos em cima. Tenho a sensação que, quando saio à noite e bebo umas vodkas pretas com sumo de limão, umas margaritas ou umas caipirinhas (e sim, tem noites que o «ou» se substitui por um «e») tudo em mim rola e rebola, mesmo que não haja música, quanto mais se ouvir uma notinha que seja. É por isso que fico parva, tolinha de todo, quando vou às aulas de dança a achar que sou a rainha do pedaço e reparo o quão pé de chumbo sou, no alto da minha sobriedade.
Posto isto, não sei se perceberam a relação entre a ideias, mas eu faço uma conclusão que, eventualmente, só serve para confundir ainda mais:
Todos os artistas consomem «substâncias» de qualquer género. Ninguém me tira isso da ideia. Ah, pois é.

Quando as saudades nos ensandecem...

Sonhei que tinhas outra. Forcei-me a acordar. Acordei. Sei a origem de tanta insegurança. Um, dois, três. Vou tentar outra vez. Adormeço. Sonhei que já não voltavas, que te corria bem a vida fora daqui. Volto a acordar. São saudades. Só mais uma vez. Volto a cair no sono. E finalmente sonho que chegas a casa. Vens ter comigo à cama. Estou a dormir. Acordas-me com um beijo e chegas-me ao teu colo. Dizes:
- Voltei. Estou aqui.
E eu agarro-me. Agarro-te. Com força. No teu peito. Não há outra. Não estás longe. E enfim consigo dormir.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Ai a porra, pá!

Às vezes as pessoas esgotam-me. Estou naquelas fases... podendo, barricava-me numa ilha deserta.