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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Recordações

«Na plenitude das suas relações, Florentino Ariza tinha-se perguntado qual dos dois estados seria o amor, o da cama turbulenta ou das tardes tranquilas dos domingos e Sara Noriega sossegou-o com o argumento simples de que tudo o que fizessem nus era amor»

Gabriel Garcia Marquez, O Amor nos Tempos de Cólera

Recordo esta frase e reformulo a minha ideia: há livros que merecem a pena ser relidos. Talvez o vá buscar, assim que acabar o Ilha Teresa.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Comprem, comprem já!

Meia-noite ou o Princípio do Mundo é um dos livros mais bonitos que já li, privilégio da genialidade de Richard Zimler, mestre em enredar palavras e vidas. Conhecem-se: tempos, raças, culturas e naturezas humanas. Aprende-se: os bons também fazem o mal e que a amizade é o expoente máximo do amor, resistente à erosão do tempo, da distância e, sobretudo, das acções. Sempre. Sempre.

Mais opiniões, aqui.

Imagem: Abílio Victor.

domingo, 16 de maio de 2010

Morder-te o coração

Há muito que acompanho Patrícia Reis por aqui. Assumo a inveja - da boa, se a houver - que eu tenho de não ter nascido assim: com a capacidade de fazer um mundo só com letras. Por isso, e pela primeira vez, vou-me deliciar com um livro seu, aquele que antevejo como a compra do ano. Quatro euros e noventa cêntimos. Ou, possivelmente, no meu maior desrespeito pelo dom de alguém que, assim às cegas, arrisco-me a dizer que merecia mais dinheiro pela sua obra.
Logo vos direi.