domingo, 2 de agosto de 2009

Não mata mas mói. E dói.

Entre despedidas difíceis (e permanentes), casas que de repente são demasiado silenciosas, amigas que casam de forma exótica e repentina e prendas que ficarão arrumadas no canto da gaveta (ou da garagem...), ontem foi o dia de queimar a minha última estratégia de coping:E depois lembrei-me: a minha avó dizia que as dores de crescimento são para se esfregar com álcool. Vou buscar a garrafa.


1 comentário:

Ana Patrícia disse...

Ui não me falem em dores de crescimento...