domingo, 2 de agosto de 2009

À primeira, sem dedo!

Estava eu a tentar ser uma mulherzinha. Salto para a cozinha sem ser para carregar no botão do microondas. Sintonizo a Mónica Mendes para me ajudar neste momento difícil...

E de repente, a faca. Ela não devia de cortar mais do que a porra da cebola, porém, é nas carnes do meu polegar esquerdo que ela decide enterrar-se. Tão fundo, tão cortante, tão... fodasse (peço desculpa pela asneira, serve apenas para ilustrar este post)!

Penso no dedo (o sangue não pára). Penso que ficarei sem ele. Penso nas unhas recentemente pintadas. E penso nos empregados semi-nus, servindo-me a sopa numa terrina bordada a ouro de 24 quilates, quais Filipas Valha-nos Deus... com uns peitorais dignos de se ver.

1 comentário:

Ana Patrícia disse...

O pormenor das unhas recentemente pintadas e o grande detalhe dos empregados semi-nus com a sopa numa terrina bordada a ouro de 24 quilates leva-me a crer que tens material para um livro. E que livro! "Cá te espero".
Beijinho