terça-feira, 1 de junho de 2010

32? Porra.

Ele nasceu no dia da criança. A vida, irónica, deu-lhe esse destino, talvez porque não queria que ele sobrevivesse à infância. E ele, de bem com todos, fez-lhe a vontade: ficou para contar a história, mas passou a ser o eterno menino. Hoje, trintão, parece que faz disto - a luta diária - um grande fim de tarde, na praia, com os amigos.
- Mãe, parece que toda a gente gosta do meu pai! Ele tem tantos amigos, não achas? 
Acho. E isso, Um, é porque ele é o amigo que qualquer pessoa anseia ter. 
Ele não foi o amor da minha vida, mas ganhei um bónus: tive um filho com o meu melhor amigo. É um grande privilégio ter na minha criança os genes da melhor pessoa que conheço.
Parabéns.

2 comentários:

AP disse...

Bela dedicatória. Sempre falaste dele com um enorme carinho e respeito. E eu, sem o conhecer, gosto dele e desejo-lhe as maiores felicidades. Fico muito contente por saber que tu e o Um podem contar com uma pessoa como ele ao vosso lado e ainda mais contente por ver que fora um filho maravilhoso conseguiram construir uma amizade intensa e verdadeira. E vou calar-me porque sabes que este assunto mexe comigo. Vocês são uma família feliz e é muito bom ver-te assim :) Beijinhos

A miúda das letras disse...

Parabéns ao pai então. E à mãe que, hoje, por ser o dia que é, também está de parabéns :)